Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2016

AS ÁRVORES NÃO MORREM SEMPRE DE PÉ: A PONTE DO CHOUPO

Das árvores que embelezam os nossos dias, refrescam o quotidiano estival com a sombra dos ramos,suscitam momentos de enlevo com a sinfonia do vento na folhagem,é costume dizer  morrem de pé.

Um dia da semana que decorre, deparei num trecho ribeira da Jarda, bem no recôndito da Quinta Grande de Meleças, Freguesia de Rio de Mouro,termo da Rinchoa, Concelho de Sintra, um caso que exemplifica o titulo deste apontamento.

Um velho choupo, ou ulmeiro,derrubado pelo temporal, tombou sobre o talude da margem oposta aquela onde firmava as raízes,  ficou colocado tal qual uma ponte.

Quem sabe se não seria o fim que estaria destinado? Enquanto o tronco resistir ao apodrecimento, ou  a improvisado lenhador, que retalhe o "madeiro",será possível contemplarmos esta singularidade: o choupo transformado  numa "ponte".

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 09:44
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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016

EPISÓDIO SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, NO MAR SINTRENSE

Decorria 1943  fase mais aguda do ultimo conflito bélico a nível mundial. Portugal mal grado a "neutralidade colaborante" do governo do Professor Oliveira Salazar, conheceu em diversas ocasiões na sua área de jurisdição territorial e marítima agruras da guerra.

No mês de Maio daquele ano ,numa segunda -feira dia dez, o navio pesqueiro "CABO DE SÃO VICENTE", com arqueação bruta de cem toneladas, tripulação constituída por 18 homens, e propriedade da Sociedade Comercial Marítima, quando se encontrava na faina da pesca, foi sobrevoado por aeronave, segundo a imprensa "de nacionalidade desconhecida", aquela dirigiu rajada de metralhadora sobre a traineira, em clara atitude agressiva e aviso. O capitão do barco deu ordem de abandonar o barco .Pouco depois quando  salva vidas já se afastara do navio, o avião largou duas bombas no convés, o navio afundou-se rapidamente.

Os elementos da tripulação  recolhidos , por outro pesqueiro da mesma empresa que se encontrava  perto, foram transportados para Lisboa, sãos e salvos. A noticia do Diário de Lisboa revela  receio do governo português, não fomentar na população animosidade contra os alemães. Sabemos agora o bombardeiro protagonista da ação  foi um "Focke-Wulf", da força aérea alemã, estacionado na base aérea Bordéus-Merignac,  sueste de França, este tipo de avião considerado pelos aliados "o flagelo do Atlântico", era quadrimotor equipado com motores BMW, podia voar até 6000, metros de altitude , e o raio de ação alcançava  4400, quilómetros, á velocidade média de 350 Km/h.

Os factos ocorreram na área do mar sintrense a 23 milhas da Ericeira no paralelo do Cabo da  Roca. A segunda guerra mundial também tocou o "nosso" cantinho.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:43
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016

MAESTRO ARLINDO CARVALHO.NOSSO VIZINHO FALECEU

Arlindo Carvalho ,professor maestro interprete,  e  autor de canções que foram exito populares faleceu no passad sábado no Hospital Professor Fernando Fonseca, com 86 anos de idade.

Natural da freguesia de Soalheira, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco,residia há  muito  em Massamá, concelho de Sintra.O funeral realizou-se hoje, na terra natal.

Uma das alunas da disciplina que lecciono na universidade sénior de Massamá, habita no prédio onde o maestro morava,a meu pedido,estava a diligenciar para falar pessoalmente com ele, seu admirador desde que comecei a escutar  na  rádio as suas canções, infelizmente não realizei  esse  desejo. Paz a sua Alma.

Não esquecerei melodias como "Chapéu Preto", "Fadinho Serrano", "Comboio da Beira Baixa", cantadas por Gina Maria.Acima de todas, "Castelo Branco", que tantas vezes trauteie.Homem de talento amava a nossa querida Beira Baixa que soube cantar como ninguém.Arlindo de Carvalho ficará na história da música popular portuguesa.

A Câmara Municipal de Sintra, e a União de Freguesias Massamá - Monte Abraão, deveriam promover uma justa homenagem ao nosso ilustre vizinho  Sintrense.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 23:25
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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

BAIRRO DOS AVIADORES, RIO DE MOURO II

Voltamos ao "bairro", artéria que ostenta nome glorioso de um dos brilhantes pioneiros da aviação portuguesa : Jorge Castilho

Hoje praticamente desconhecido da maioria dos portugueses, um homem coerente, fiel ao seu ideário político, heróico patriota,morreu longe da Pátria que tanto amou.A vida dava um filme,nascido na freguesia de São José da cidade de Lisboa aos vinte e três dias do mês de maio de 1882,filho do Almirante Augusto Vidal de Castilho Barreto e Noronha, neto paterno do visconde de Castilho, António Feliciano de Castilho, o ilustre escritor, e Dona Ana Carlota Vidal.

Jorge teve uma educação cuidada , estudou engenharia na universidade de Lovaina ,Bélgica.Entrou para o Exército no ano de 1902, como oficial da arma de infantaria.Instaurada a República em 1910, pediu licença ilimitada,porque assumiu a fidelidade a monarquia.Emigrou para Brasil onde se dedicou ao ensino.

Deflagrada a primeira guerra mundial, regressa a Portugal, solicita reingresso nas fileiras,prestou serviço em Moçambique e expedicionário em França, de onde retorna em 1919.Resolve por iniciativa própria aprofundar conhecimentos de navegação aérea.Aperfeicou o sextante inventado por Gago Coutinho,permitindo com a introdução de uma lâmpada, a utilização nocturna do aparelho.

Participou em Março de 1927, no primeiro voo nocturno sobre o atlântico Sul , ligando a Guiné a ilha de Fernando Noronha. A odisseia foi levada a bom termo  a bordo do aeroplano "ARGOS",cuja tripulação era formada por Sarmento de Beires,Manuel Gouveia e Jorge Castilho.A responsabilidade da navegação aérea foi totalmente de J. Castilho.

Condecorado com a ordem da Torre Espada, já na situação de reserva, com o posto de coronel,partiu em 1940 para Timor , afim de realizar levantamentos geográficos importantes.

Feito prisioneiro pelos invasores japoneses, sofreu maus tratos, obrigaram a evacuação para  Austrália onde viria a falecer em Fevereiro de 1943.

A placa toponimica dá o seu nome a rua do "bairro", singular pois contem,resenha biográfica Um grande português Jorge Castilho 

 

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:08
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Sábado, 22 de Outubro de 2016

ANIVERSÁRIO DO GRANDE ESTATUÁRIO FRANCISCO DOS SANTOS

No longínquo dia 22 de Outubro de 1878, veio ao mundo no lugar de Paiões , freguesia de Rio de Mouro , concelho de Sintra , um menino a quem foi dado o nome de baptismo Francisco.Após vida de intenso trabalho, guindou-se a galeria dos grandes da Pátria, orgulho da terra onde  nasceu.

Comemorando efeméride a Junta de Freguesia de Rio de Mouro, representada pelo seu Presidente e pelo Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, acompanhados de alguns dos membros do executivo, e outras pessoas nas quais me inclui,depositamos no mausoléu do artista,erigido no cemitério de Benfica, em Lisboa, singela coroa de flores.

Recordar a memória dos filhos honra de uma terra, sejam de nascimento ou adopção é dever de cidadania, a autarquia cumpriu. Francisco dos Santos sintrense ilustre, no 138º aniversário do nascimento, ainda não está esquecido.

O assento de baptismo que deixamos é parte da justíssima homenagem  hoje  tributada.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 13:18
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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016

FEIRA DAS MERCÊS TRADICÃO E MODERNIDADE

Chegado o mês de Outubro era tempo das pessoas da cidade e território envolvente, "mundo saloio", alfuirem a feira que desde 1780, conforme real decreto da Rainha de Portugal, Dona Maria I, se realiza no 3º e 4º Domingos do mês de Outubro.

Esteve quase a desaparecer, no entanto graças ao empenho da Câmara Municipal de Sintra e das Juntas de Freguesia de Algueirão Mem Martins e Rio de Mouro a tradição manteve-se.

A Feira era a mais importante de todo o distrito de Lisboa. A concorrencia de pessoas originou que quando foi construído ramal ferroviário do Cacém para Sintra, a estação das Mercês ficasse preparada para receber comboios especiais e funcionasse como estação terminal. Nos dias de Feira chegavam a partir da estação do Rossio em Lisboa sete comboios, além dos normais, o movimento originava formação de "bichas" dos passageiros ao saírem das composições.

O tradicional "muro do derrete" ou a "sala dos namorados", sempre muito concorrido, ali as moças sentadas, esperavam que os rapazes cheguem a fala e combinassem casamento, esta particularidade chegou até a década 1940.

A feira era local de diversão e "comes e bebes", a deliciosa carne de porco às mercês cortada directamente dos porcos esquartejados no local servia-se em tachos de barro. Durante muito tempo diversas figuras populares, tiveram nomeada:

O homem dos bigodes oriundo do Seixal, actor Carlos Velez teve restaurante e barraca de farturas.O "Pata Larga" dominava o negócio das louças. O "Jaime " do carrossel e muitos outros davam colorido e fama ao certame.

Tal como ainda hoje terminava com missa na ermida e procissão pelo recinto. A feira modernizou o "look", sendo  tradição genuina da região saloia, merece uma visita.

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 17:51
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2016

PATRIMÓNIO DE GRANDE VALOR HISTÓRICO E TURÍSTICO: DESAPROVEITADO

O concelho de Sintra, para além da vila sede do concelho, e Queluz, possui vasto património de grande valor, que merece ser conhecido e visitado.

O aqueduto das águas livres conduzia desde o século XVII água para abastecer Lisboa, o caudal do  liquido elemento provinha de vários mananciais que brotam no território sintrense. Exemplo das "fontes" da quinta do Molhapão na Tala junto a Meleças, freguesia de Belas. O encanamento desta nascente, observável junto ao bairro de Mira Sintra e Quartel da Serra da Carregueira, poucos reparam porque não tem qualquer placa informativa, encontra-se praticamente abandonado no meio de hortas urbanas "clandestinas" e rodeado em vários locais de mato, silvas, e canaviais.

O troço do monumento na chamada zona da "agua livre", que deu nome ao aqueduto situado entre Olival do Santíssimo, Dona Maria na freguesia de Almargem do Bispo, ao longo da estrada nacional 250 até cruzamento com estrada das aguas livres ou de Carenque, está igualmente desaproveitado. A construção nesta zona tem diversos motivos de interesse, não existe qualquer informação que elucide quem passa e se detenha, admirar a "obra".

Se fosse construido um passadiço de madeira ao longo do aqueduto estaria acessivel para visitas de turistas e residentes,  seria novo motivo de atracção de Sintra, para além de Sintra. Poderia ser rota "DA ORIGEM DAS " AGUAS LIVRES" DO AQUEDUTO DE LISBOA".

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:49
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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

TELEGRAFO ELÉCTRICO CHEGAVA A "CINTRA" 1855

A implantação da monarquia constitucional, contribuiu para que o estatuto da vila de Sintra como estância de veraneio da realeza, ganhasse ainda maior visibilidade.

D. Fernando rei consorte, segundo marido da Rainha Dona Maria II, dedicava a Sintra especial carinho, adorava permanecer na Vila, e preocupava-se com o progresso do burgo, não descurando nenhuma ocasião de dotar a povoação das infra-estruturas mais modernas.

Quando regente do reino após falecimento da esposa e menoridade do filho príncipe Dom Pedro, futuro rei Pedro V, conseguiu que  governo presidido por António Fontes Pereira de Melo, adjudicasse em Agosto de 1855 a EMPRESA DOS TELÉGRAFOS ELÉCTRICOS DE PORTUGAL, linha de telégrafo eléctrico, entre Lisboa e Sintra. O traçado partia do edifício do Ministério das Obras Públicas, no Terreiro do Paço em Lisboa, seguindo pelos Palácios de São Bento, Necessidades, Ajuda, Caselas Queluz e até Sintra e Palácio Real (Palácio da Vila).

Importante beneficio para Sintra, uma das primeiras terras do reino a dispor desta tecnologia de comunicação moderna para a época.

Talvez, D. Fernando II estivesse a pensar no Palácio da Pena que iria mandar construir por sua conta. Quem sabe? Sem dúvida Sintra deve estar grata a quem a admirava, e muito fez dotá-la das comodidades da civilização.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 16:59
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Quinta-feira, 8 de Setembro de 2016

"ANTIGAMENTE HAVIA MAIS RESPEITO PELAS COISAS E PESSOAS"

O titulo é idêntico a frase que inúmeras ocasiões ouvimos, quando alguém se refere a algo que causa estranheza e repulsa. Pretende-se afirmar os tempos hoje são menos propícios ao cumprimento da lei, regras da civilidade e convivência, há menos respeito pela propriedade etc.

Antigamente é que era bom.

São afirmações empíricas, não "resistem" a estudo ainda que pouco aprofundado da história. Quem investiga e segue metodologia adequada, deve fugir das "evidências", são sempre enganadoras.

Na segunda década do século XX, Mário Azevedo Gomes, insigne democrata republicano, professor catedrático no Instituto Superior de Agronomia,situado na tapada da Ajuda em Lisboa, grande estudioso da arboricultura horticula e silvicula, admirador de Sintra, nomeadamente do Parque da Pena, acerca do qual deu estampa monografia relevante, igualmente publicou em 1916 pequeno livro, incluído na colecção "os livros do povo" destinado a difundir conhecimentos úteis sobre várias temáticas no seio das classes populares.

Esse livrinho, intitulado "A UTILIDADE DAS ÁRVORES", contem na introdução relato de um episódio que o Professor Azevedo Gomes, presenciou na Freguesia de Colares, Concelho de Sintra, escreveu o "mestre": "Eu estava aqui há uns anos, no verão, em Colares-que é uma pequena povoação perto de Lisboa afamada pelo vinho e pela boa fruta, especialmente pecegos, que a região produz-quando ali foram um dia muitos indivíduos da capital, empregados do comércio creio eu, e talvez operários, para se divertirem; pois essa gente que por viver em Lisboa devia ser mais educada e respeitadora, não teve dúvida em andar lá por aqueles pomares, que quase não tem defesa, apanhando fruta aqui e além, como se ela lhe pertencesse; e, se já isto é um mal que todos percebem, ainda se fez pior: que foi, com a pressa de colher os frutos, partir ramos inteiros e esgarrar árvores novas, e portanto fracas, em termos de se estragar fruta naquele ano e de se colher menos, também, no futuro."

Elucidativo texto não necessita comentários. A nós quase todos os anos "apanham " cerejas produzidas por árvores que plantei na minha terra natal. Quem procede assim não são pessoas, é gente, a populaça só acata algo quando sente repressão. Ouvimos "eu tenho os meus direitos",é verdade e deveres ?  Essa gente danifica  jardins públicos, parques infantis, deixam os dejectos do cão no passeio e relvados, não colocam os sacos do lixos nos contentores, grafitam paredes de prédios acabados de pintar , sabe Deus com que sacrificio dos proprietários. etc... 

Afinal sempre foi apanágio  da gentalha, não respeitar nada e ninguém, só existe um caminho vigiar punir e educar.Não se diga no meu tempo era melhor ,porque... era mesma coisa, ou pior que actualmente, a natureza humana sem o afago da civilização é rude tosca propensa á rapina...

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 18:31
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2016

UMA CORRIDA NA PRAÇA DE TOUROS DE "CINTRA"

A antiga praça de touros de Sintra, segundo o ilustre Historiador Sintrense e querido amigo José Alfredo da Costa Azevedo, estava edificada onde existe o mercado municipal no bairro da Estefânia, vila sede do Município. Seria demolida depois de implantado Regime Republicano em 1910.

A Praça de touros de Sintra durante o período de veraneio na Vila da gente grada de Lisboa, era palco de corridas de touros. Em 1906, dia 16 de Agosto quarta-feira, teve lugar uma tourada na qual foram lidadas dez vacas da ganadaria do Marquês de Castelo Melhor, D. João da Silveira Pinto da Fonseca Correia de Lacerda de Eça e Altro Figueiredo Sousa e Alvim, proprietário de extensas e ricas propriedades no Ribatejo. A sua ganadaria considerada uma das melhores do Reino, esteve representada na inauguração em 1901, da Praça de Touros Palha Blanco edificada em Vila Franca de Xira.

Na corrida de Sintra as honras da tarde foram para o cavaleiro D. Ruy Zarco da Câmara filho do conde da Ribeira Grande e bandarilheiro Eduardo Perestrelo. Os moços de forcados não compareceram, devido á falta de vestuário apropriado. As pegas  seriam executadas por espontâneos, presentes nas bancadas. O gado saiu bravo e proporcionou lides brilhantes. 

Todos os intervenientes eram "filhos de famílias da nossa primeira sociedade", conforme relatava a imprensa da época. Praça quase cheia com assistência  distinta e entusiasta. Dirigiu a corrida D. Vicente de Paula Gonçalves Zarco da Câmara conde da Ribeira Grande,progenitor do cavaleiro D. Ruy.

O evento tauromáquico realizou-se no ano de 1906. O Regicídio ocorreu dois anos depois, posteriormente ao trágico acontecimento não houve mais touradas em Sintra. Assim deve ter sido uma das derradeiras corridas realizadas na praça de toiros Sintrense.

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 09:28
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