Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017

VERGADOS PELA NORTADA

No tempo invernoso o vento sopra com intensidade,surgem os avisos meteorológicos amarelos ou vermelhos,conforme grau de perigo, somos aconselhados a tomar precauções, quase sempre referem possibilidade de queda de árvores na via pública.

Parece que há árvores desde a plantação lançaram raízes bem fundas, agarram-se ao chão, denotando intento de resistirem a ventos e marés.

Na estrada da Várzea de Colares, concelho de Sintra pela encosta segue em direcção de Almoçageme, encontramos por altura da "quinta dos pisões" renque de plátanos, devem ter sido plantados para sombrear a via, na década de 1940. Fustigados pela nortada ou pelos alíseos do oeste, adquiriram posição obliqua que os fustes apresentam.

Podemos afirmar, vergaram, não tombaram quando possível, a terra ajuda as árvores, assim em algumas ocasiões acabam por morrer, não na vertical contudo, sempre de pé.

Belo trecho da natureza.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 10:31
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017

CASA DE CAMPO DO 2º MARQUÊS DE POMBAL

A praça fronteira ao Palácio Nacional de Queluz, no município de Sintra,alberga no perímetro alguns edifícios de vistosa arquitectura, um deles da torre do relógio,actualmente estabelecimento hoteleiro "pousada Dona Maria I.",outro serve de aquartelamento ao Regimento de Artilharia Anti-Aéra Fixa, finalmente um distinto palácio conhecido por ter pertencido aos viscondes de Almeida Araújo, perto do qual se edificou conjunto habitacional , destinado a criadagem do Palácio Real,designado "Bairro do Chinelo".

A exemplo do sucedido em situações similares,também neste caso últimos proprietários,deram nome a construção.Inicialmente o palácio teve por finalidade servir de casa de campo do segundo Marques de Pombal, Henrique José de Carvalho e Melo, filho de Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro titular da casa Pombal, e sua mulher Eleonora Eva,condessa de Daun,Henrique nasceu em Viena de Áustria 1786, e faleceu 1812, no Rio de Janeiro , para onde havia seguido com a família Real,fugindo da 1ª invasão francesa.

Henrique José detinha extensas propriedades na zona de Queluz, sendo da primeira nobreza, desejava veranear junto da família real.Encomendou projecto da moradia campestre a renomado arquitecto, daí resultou edificação representativa da arquitectura civil portuguesa dos finais do século XVIII.

Notável edifício actualmente sujeito a obras de restauro,com objectivo da pintura das paredes exteriores voltarem a primitiva coloração,idêntica a do real palácio de Queluz.Para não ficar qualquer dúvida acerca da quem seria dono inicial,ostenta  na frontaria o brasão da casa Pombal.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 18:18
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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2017

PADRE ALBERTO NETO (1931-1987)

Cumpre-se em 2017, o trigésimo aniversário da morte do senhor Padre Alberto Neto, tragicamente desaparecido em circunstâncias rodeadas de mistério.

Não conheci pessoalmente, actividade sacerdotal desenvolvida ao longo da sua curta vida, profícua e importante, dela ouvi falar com respeito e carinho pelas pessoas que tiveram privilégio de privar com ele. Pároco na Freguesia de Rio de Mouro, as homilias proferidas na antiga, já demolida, capela da Rinchoa, ficaram na memória de quem ouviu.

O nome foi atribuído a dois estabelecimentos de ensino do concelho de Sintra, em Queluz e Rio de Mouro. Não tenho dúvida da singularidade e grandeza da personalidade de Alberto Neto.

A propósito gostaria de partilhar algo, para realçar a estatura moral do padre Alberto.

No livro de José António dos Santos dedicado a D. Albino Cleto, (1935-2012) bispo emérito de Coimbra, grande amigo do Padre Alberto, o autor narra o seguinte :

"O cardeal Cerejeira em determinada altura mandou chamar Padre Alberto, supondo ser assunto grave dada animosidade dos sectores mais conservadores da igreja perante  a actividade pastoral do prelado, para não ir sozinho pediu a D. Albino Cleto para o acompanhar. Conversa longa,quando saiu D. Albino perguntou  se tinha sido repreendido,e seria transferido?. Nada disso aconteceu. O cardeal incitou  Padre Alberto a continuar o seu labor como sempre. No fim desejou que padre Alberto  o confessasse, assim fez..."

O cardeal convocando o Padre Alberto para calar os detractores, demonstrou grande apreço pelo sacerdote.

Em Rio de Mouro existe estátua em memória do pároco erigida onde estava a demolida capela da Rinchoa, a actual Junta de Freguesia, mandou embelezar a envolvente de modo a dignificar o local.

Homens como Padre Alberto Neto Simões Dias, continuam vivos,são exemplo para  quem acredita na fé e na humanidade. 

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 17:54
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017

RESGATAR A "INGRATIDÃO"

Cumpriu-se a 22 de Janeiro 95º aniversário do falecimento de José Cupertino Ribeiro, ilustre republicano, deputado a Assembleia Constituinte do parlamento da República, senador,abastado comerciante, administrador de empresas, capitalista e proprietário da fabrica de estamparia de Rio de Mouro.

Cupertino Ribeiro contribui para o desenvolvimento de Rio de Mouro, aqui possuía quinta e palácio onde residiu, custeou a construção do cemitério paroquial da freguesia, os salários pagos pela laboração da fábrica, mitigaram fome a muita gente. Fez muito pelo burgo, contrariamente a outros nomeadamente Adães Bermudes, e Francisco dos Santos, nunca esquecidos no entanto nada deram para melhoramento de Rio de Mouro.

Cupertino Ribeiro, tem o nome numa das ruas da terra, mesmo assim, divide a honra com outro. Parece  não merecia uma só para si.

Financiou a revolução de 5 de Outubro de 1910. Após a vitória, pensou ser ministro das finanças, não quiseram porque era "demasiado rico". Sendo da ala moderada do Partido Republicano Português (PRP), demitiu-se porque não seria jacobino radical. Incompreendido, abandonou a política, a junta de freguesia de Rio de Mouro nem voto de pesar exarou na acta, quando da morte.

Figura exemplar dos primórdios da República, merece a sua memória se não esfume no olvido. Cumprimos dever recordarmos a efeméride, deste modo, resgatamos um pouco da ingratidão que injustamente sofreu.A chaminé da foto, é o que resta da fábrica de Rio de Mouro.

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sinto-me:
Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 18:42
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2017

O PINHEIRO GRANDE DA RINCHOA.

A Rinchoa é rincão do concelho de Sintra, Freguesia de Rio de Mouro, onde deparamos amiúde com coisas e pormenores que cativam e dao ao sitio, singularidade que Leal da Câmara tão bem soube realçar.

No pátio do Colégio dos Plátanos, situado na avenida com o mesmo nome,e ocupa o edificio do antigo casino, cresce gigantesco pinheiro manso,objecto de extremados cuidados por parte da direcção daquele estabelecimento de ensino;não é para menos,a pouco relendo algumas das comunicações apresentadas para discussão ao "congresso",com temática relativa a Rinchoa, promovido por mestre Leal, em 1944, lemos uma com o titulo "RINCHOA A NOVA TORMES", da autoria do escritor e jornalista Armando de Aguiar,os excertos seguintes : "desde o casino ao gigantesco pinheiro que resistiu ao ciclone", mais adiante, " arrastou-se até ao pinheiro grande , e alongando a vista para os lados onde o disco solar começava a por um traço de fogo".

Ficamos cientes que pinheiro grande do colégio deve ser seguramente secular, monumento vivo, merece atenção.Esta árvore, a sobreira, junto a fonte do Rouxinol, outro pinheiro manso,na Estrada Marques de Pombal, também seculares,são testemunhos da singularidade e valia da urbe onde habitam mais de quinze mil pessoas.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 10:44
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2016

AS ÁRVORES NÃO MORREM SEMPRE DE PÉ: A PONTE DO CHOUPO

Das árvores que embelezam os nossos dias, refrescam o quotidiano estival com a sombra dos ramos,suscitam momentos de enlevo com a sinfonia do vento na folhagem,é costume dizer  morrem de pé.

Um dia da semana que decorre, deparei num trecho ribeira da Jarda, bem no recôndito da Quinta Grande de Meleças, Freguesia de Rio de Mouro,termo da Rinchoa, Concelho de Sintra, um caso que exemplifica o titulo deste apontamento.

Um velho choupo, ou ulmeiro,derrubado pelo temporal, tombou sobre o talude da margem oposta aquela onde firmava as raízes,  ficou colocado tal qual uma ponte.

Quem sabe se não seria o fim que estaria destinado? Enquanto o tronco resistir ao apodrecimento, ou  a improvisado lenhador, que retalhe o "madeiro",será possível contemplarmos esta singularidade: o choupo transformado  numa "ponte".

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 09:44
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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016

EPISÓDIO SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, NO MAR SINTRENSE

Decorria 1943  fase mais aguda do ultimo conflito bélico a nível mundial. Portugal mal grado a "neutralidade colaborante" do governo do Professor Oliveira Salazar, conheceu em diversas ocasiões na sua área de jurisdição territorial e marítima agruras da guerra.

No mês de Maio daquele ano ,numa segunda -feira dia dez, o navio pesqueiro "CABO DE SÃO VICENTE", com arqueação bruta de cem toneladas, tripulação constituída por 18 homens, e propriedade da Sociedade Comercial Marítima, quando se encontrava na faina da pesca, foi sobrevoado por aeronave, segundo a imprensa "de nacionalidade desconhecida", aquela dirigiu rajada de metralhadora sobre a traineira, em clara atitude agressiva e aviso. O capitão do barco deu ordem de abandonar o barco .Pouco depois quando  salva vidas já se afastara do navio, o avião largou duas bombas no convés, o navio afundou-se rapidamente.

Os elementos da tripulação  recolhidos , por outro pesqueiro da mesma empresa que se encontrava  perto, foram transportados para Lisboa, sãos e salvos. A noticia do Diário de Lisboa revela  receio do governo português, não fomentar na população animosidade contra os alemães. Sabemos agora o bombardeiro protagonista da ação  foi um "Focke-Wulf", da força aérea alemã, estacionado na base aérea Bordéus-Merignac,  sueste de França, este tipo de avião considerado pelos aliados "o flagelo do Atlântico", era quadrimotor equipado com motores BMW, podia voar até 6000, metros de altitude , e o raio de ação alcançava  4400, quilómetros, á velocidade média de 350 Km/h.

Os factos ocorreram na área do mar sintrense a 23 milhas da Ericeira no paralelo do Cabo da  Roca. A segunda guerra mundial também tocou o "nosso" cantinho.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:43
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016

MAESTRO ARLINDO CARVALHO.NOSSO VIZINHO FALECEU

Arlindo Carvalho ,professor maestro interprete,  e  autor de canções que foram exito populares faleceu no passad sábado no Hospital Professor Fernando Fonseca, com 86 anos de idade.

Natural da freguesia de Soalheira, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco,residia há  muito  em Massamá, concelho de Sintra.O funeral realizou-se hoje, na terra natal.

Uma das alunas da disciplina que lecciono na universidade sénior de Massamá, habita no prédio onde o maestro morava,a meu pedido,estava a diligenciar para falar pessoalmente com ele, seu admirador desde que comecei a escutar  na  rádio as suas canções, infelizmente não realizei  esse  desejo. Paz a sua Alma.

Não esquecerei melodias como "Chapéu Preto", "Fadinho Serrano", "Comboio da Beira Baixa", cantadas por Gina Maria.Acima de todas, "Castelo Branco", que tantas vezes trauteie.Homem de talento amava a nossa querida Beira Baixa que soube cantar como ninguém.Arlindo de Carvalho ficará na história da música popular portuguesa.

A Câmara Municipal de Sintra, e a União de Freguesias Massamá - Monte Abraão, deveriam promover uma justa homenagem ao nosso ilustre vizinho  Sintrense.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 23:25
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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

BAIRRO DOS AVIADORES, RIO DE MOURO II

Voltamos ao "bairro", artéria que ostenta nome glorioso de um dos brilhantes pioneiros da aviação portuguesa : Jorge Castilho

Hoje praticamente desconhecido da maioria dos portugueses, um homem coerente, fiel ao seu ideário político, heróico patriota,morreu longe da Pátria que tanto amou.A vida dava um filme,nascido na freguesia de São José da cidade de Lisboa aos vinte e três dias do mês de maio de 1882,filho do Almirante Augusto Vidal de Castilho Barreto e Noronha, neto paterno do visconde de Castilho, António Feliciano de Castilho, o ilustre escritor, e Dona Ana Carlota Vidal.

Jorge teve uma educação cuidada , estudou engenharia na universidade de Lovaina ,Bélgica.Entrou para o Exército no ano de 1902, como oficial da arma de infantaria.Instaurada a República em 1910, pediu licença ilimitada,porque assumiu a fidelidade a monarquia.Emigrou para Brasil onde se dedicou ao ensino.

Deflagrada a primeira guerra mundial, regressa a Portugal, solicita reingresso nas fileiras,prestou serviço em Moçambique e expedicionário em França, de onde retorna em 1919.Resolve por iniciativa própria aprofundar conhecimentos de navegação aérea.Aperfeicou o sextante inventado por Gago Coutinho,permitindo com a introdução de uma lâmpada, a utilização nocturna do aparelho.

Participou em Março de 1927, no primeiro voo nocturno sobre o atlântico Sul , ligando a Guiné a ilha de Fernando Noronha. A odisseia foi levada a bom termo  a bordo do aeroplano "ARGOS",cuja tripulação era formada por Sarmento de Beires,Manuel Gouveia e Jorge Castilho.A responsabilidade da navegação aérea foi totalmente de J. Castilho.

Condecorado com a ordem da Torre Espada, já na situação de reserva, com o posto de coronel,partiu em 1940 para Timor , afim de realizar levantamentos geográficos importantes.

Feito prisioneiro pelos invasores japoneses, sofreu maus tratos, obrigaram a evacuação para  Austrália onde viria a falecer em Fevereiro de 1943.

A placa toponimica dá o seu nome a rua do "bairro", singular pois contem,resenha biográfica Um grande português Jorge Castilho 

 

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:08
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Sábado, 22 de Outubro de 2016

ANIVERSÁRIO DO GRANDE ESTATUÁRIO FRANCISCO DOS SANTOS

No longínquo dia 22 de Outubro de 1878, veio ao mundo no lugar de Paiões , freguesia de Rio de Mouro , concelho de Sintra , um menino a quem foi dado o nome de baptismo Francisco.Após vida de intenso trabalho, guindou-se a galeria dos grandes da Pátria, orgulho da terra onde  nasceu.

Comemorando efeméride a Junta de Freguesia de Rio de Mouro, representada pelo seu Presidente e pelo Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, acompanhados de alguns dos membros do executivo, e outras pessoas nas quais me inclui,depositamos no mausoléu do artista,erigido no cemitério de Benfica, em Lisboa, singela coroa de flores.

Recordar a memória dos filhos honra de uma terra, sejam de nascimento ou adopção é dever de cidadania, a autarquia cumpriu. Francisco dos Santos sintrense ilustre, no 138º aniversário do nascimento, ainda não está esquecido.

O assento de baptismo que deixamos é parte da justíssima homenagem  hoje  tributada.

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Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 13:18
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