Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

ORIGEM SINTRENSE DO PETISCO CHAMADO: PREGO

O "prego" iguaria  popular e deliciosa, da qual sou  apreciador e consumidor assíduo, suscitou  curiosidade de procurar  saber como teria surgido na culinária nacional e quem seria  seu "inventor". Laboriosas pesquisas e centenas de degustações, permitiram encontrar, finalmente, a solução do "enigma".

O querido amigo, correligionário ilustre Sintrense José Alfredo da Costa Azevedo, autor de interessantes e eruditos trabalhos versando  a historiografia do concelho de Sintra, no livro: " VELHARIAS DE SINTRA VI" edição de 1988, promovida pela Câmara Municipal, escreveu, relativamente aos primeiros "edificadores" da Praia das Maçãs e refere, Manuel Dias Prego, que iniciou negócio de "comes e bebes", no final do século XIX. Locanda rudimentar onde servia vinhos de Colares, para acompanhar fatias de carne de vitela, fritas ou assadas, acondicionadas em saboroso pão proveniente de fornos das redondezas. O negócio prosperou, dada fama que as "bifanas do prego" granjearam.

O petisco entrou no vocábulo da gíria popular no princípio do século XX, com designação simplesmente, "prego" em memória do "criador" do pitéu.

Gente doutras localidades do concelho de Sintra, copiou a "ementa" iniciando a propagação, ajudada pela circunstância de passar  fazer parte da gastronomia da Feira das Mercês; feirante teria há cerca de um século na zona de Rio de Mouro aberto estabelecimento onde servia pregos durante todo ano. Descendentes, mantiveram a tradição e fundaram a mais antiga casa "pregueira", no concelho de Sintra, restaurante "O ARCO ÍRIS" junto estação ferroviária de Rio de Mouro, vai para cinquenta anos.

Difundido por todo o Pais o prego no entanto, continua a ser servido com mais profusão no Município de Sintra, não admira, graças a Manuel Dias Prego, por volta de 1889 nasceu  na então Vila Nova da Praia das Maçãs freguesia de Colares, concelho de Sintra.

A foto é do livro citado no texto.Dedico este "post" ao saudoso José Alfredo, recordando as nossas conversas na varanda da sua casa, com vista e coração sobre Sintra. 

prrego.jpg

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 13:21
Link do post | Comentar
Sexta-feira, 7 de Abril de 2017

A IMPORTÀNCIA VINÍCOLA DE RIO DE MOURO - MUNICÍPIO DE SINTRA

Quando falamos em produção de vinhos no concelho de Sintra, o mais populoso da área metropolitana logo a seguir a Lisboa, vem a memória a região demarcada de Colares, todavia a importância vinícola, não se restringia ao rincão colarejo.

Antigamente o território sintrense produzia quantidade importante de vinho, destinado abastecimento da capital do País e também exportação. A qualidade do mosto digna de nota, permitiu  existência de numero significativo de produtores. Uma zona rica em vinho, freguesia de Rio de Mouro, incluía terrenos actualmente integrados nas freguesias de Agualva-Cacém e Algueirão Mem-Martins.

Historiadores como Pinho Leal e Esteves Pereira, reportam essa característica. O ilustre republicano Ribeiro de Carvalho, na  quinta do Zambujal situada no Cacém, produzia vinhos em qualidade e quantidade. Na quinta de São Pedro, onde  está o hipermercado Continente, Cemitério paroquial de Rio de Mouro na encosta do eucaliptal do Monte da Parada, estavam  plantadas videiras da casta sanguinhal. A vinha  manter-se-ia até a década 50 do século XX, quando a pressão urbanística começou a "arrasar" tudo.

Sendo verdade, parece lendário. Numa antiga casa quinta em Rio de Mouro Velho, tive ensejo de constatar a justeza da história: lagar de pedra, pipas de grande capacidade, utensílios para engarrafamento, diversos apetrechos relacionados com a faina vitivinícola guardados em espaçosa construção propositadamente erigida para adega, atestam a antiga actividade "báquica". Nas freguesias urbanas do concelho de Sintra o terreno foi chão que já deu uvas.

P3215201.JPG

P3215194.JPG

P3215195.JPG

 

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 12:04
Link do post | Comentar
Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

INSIGNE FILHO DE "SINTRA DO ALENTEJO"

Castelo de Vide assente em elevada colina rodeada de arvoredo frondoso, abundante em frescas águas, surpreendeu o Rei de Portugal D. Pedro V; deliciado com a paisagem na visita que fez a vila dia 7 de Outubro de 1867, segundo é voz corrente sua Majestade não encontrou melhor termo de comparação que Sintra daí  denominar o burgo "Sintra do Alentejo", assim ficou.

Aqui nasceu um dos mais brilhantes vultos da história de Portugal ,José Xavier Mouzinho da Silveira,  passou a eternidade, simplesmente conhecido por "MOUZINHO DA SILVEIRA". A acção política e cívica marcou para sempre a história da nossa Pátria, podemos afirmar as leis promulgadas pelo estadista, desmantelaram definitivamente o regime da monarquia absoluta. Não admira quando em 1832 por ordem dos Miguelistas, detido e encarcerado o mandado de prisão apelidar Mouzinho da Silveira: " o surdo e infame rebelde" alusão a surdez e facto de ter sido da maçonaria.

Faleceu em Lisboa no dia 4 de Abril de 1849,  determina no  testamento, vontade de ser sepultado na ilha do Corvo no arquipélago dos Açores, ou aldeia de Margem, concelho do Gavião distrito de Portalegre, no seu querido Alentejo. Considerava Mouzinho da Silveira, ambas terras se "mostraram agradecidas em vida " com a promulgação da lei da sua autoria que abolia os direitos senhoriais  sobre povo humilde daquelas localidades.  Seria sepultado na aldeia do concelho de Gavião, para onde o corpo foi levado conforme vontade expressa, "num caixão ordinário forrado de grossaria pregado e antes preparado de forma que possa sofrer a  viagem ou jornada sem incomodar os vivos, e o condutor o levará como se levam os caixões de mercadorias e pelo preço ordinário de fardos de volume igual" determinava quando chegar ao destino, "se terá o trabalho de avisar o pároco, para estar presente quando por dois homens de paga for conduzido ao cemitério numa padiola".

Respeitou-se a vontade do defunto. Finalmente a 15 de Junho de 1875, os restos mortais de Mouzinho da Silveira foram trasladados para jazigo construido por subscrição pública, no adro da igreja de Margem. Desde que conheci vida e obra deste grande Português, planeava visitar monumento onde está sepultado. Realizei esse objectivo, passado dia 1 do corrente.Permaneci em silencio alguns instantes contemplando a estátua, pensando, a fama é efémera, a glória eterna.

Mouzinho da Silveira escreveu: "Dou graças a Deus por ter nascido de pais que trataram de me radicar no amor da verdade e da justiça, no desprezo da vaidade do traje, e de qualquer ouro fausto ou afecção, e devo a isto o não ter tido nunca alguma ordem ou título". Seria  deste modo até ao fim, e depois da morte. Grande Homem, recordar o exemplo é dever de cidadania. O monumento funerário, quem puder deve visitá-lo.

P3165187.JPG

 

P3165186.JPG

P3165189.JPG

 

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:21
Link do post | Comentar
Quinta-feira, 30 de Março de 2017

SINTRA CONCELHO NA SENDA DO PROGRESSO - PARQUES URBANOS

Arautos da desgraça, apoiantes do descrédito e durante décadas dos interesses ocultos de banqueiros, de concluio com patos bravos, pretensamente: "empresários da construção civil", lançaram a cerca do território do município de Sintra e de quem teimava viver na área urbana do concelho propalando:  "só betão" afirmação para denegrir espaço habitado, neste cantinho do ocidente português e instilar  sentimentos de desconforto e discriminação nos Sintrenses, estilo poema: "Sobe Luísa sobe a calçada", tentando promover a transferência de população a outras "paragens" talvez mais lucrativas para os "donos de tudo isto".

Passaram quinze anos, actualmente "Sintra do pandemónio" como designei por contraponto, a "Sintra do património " em diversas intervenções na Assembleia Municipal (órgão autárquico onde permaneci uma década, do qual fui "arredado"). Felizmente, decorrido escasso lapso de tempo Sintra, onde habitam trezentos mil pessoas, dispõe  de espaços verdes adequados.

Parques urbanos: Felício Loureiro em Queluz, Salgueiro Maia e Quinta das Flores Massamá - Monte Abraão, Parques Linear Polis e Quinta da Fidalga em Agualva Cacém, parque urbano da Cavaleira Algueirão-Mem Martins em construção, brevemente surgirá outro na Tapada das Mercês.

Os parques urbanos de Alto do Forte, Serra das Minas o novíssimo da Rinchoa, todos na freguesia de Rio de Mouro.

Este ultimo resultou do aproveitamento de mancha florestal de 7 hetctares de superficie, povoada de árvores de grande porte, tais como: carvalhos, eucaliptos, medronheiros, choupos, pinheiros mansos... e um ribeiro: a Ribeira de Fitares, de águas limpidas, podemos afirmar, espaço de lazer ímpar na Grande Lisboa, somente a 15 quilómetros do centro da urbe lisboeta.

A Vila sede do concelho dispõe de belo parque o "parque da Liberdade" hoje maioritariamente fruído por turistas.

Vencemos o betão, escreveu Frederico Garcia Lorca: "verde te quero verde", será apropriado dizer conseguimos isso em Sintra, graças adequada política de gestão municipal e empenho das juntas de freguesia. Deixo imagens do parque da Rinchoa.

P3135138.JPG

P3135152.JPG

P3135139.JPG

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 11:59
Link do post | Comentar
Segunda-feira, 27 de Março de 2017

SINTRA CONCELHO NA SENDA DO PROGRESSO

Contra ventos e mares, como já escrevi neste espaço, o Município de Sintra avança para ser segundo concelho do País em todos os índices  a seguir a Lisboa.

Durante muito tempo sectores da banca de conluio com promotores imobiliário, alguns decisores autárquicos, desejaram esvaziar o território de Sintra da classe média residente e encaminhar os potenciais compradores para onde estavam estabelecidos interesses que seriam rentáveis se os objectivos fossem concretizados.

A crise financeira fez implodir  grupos bancários  financiadores, os construtores civis também levados pelo rebentamento da bolha imobiliária. Estou integrado no conjunto daqueles que adoram morar em Sintra, sempre pugnei que o concelho fosse dotado de equipamentos indispensáveis a um quotidiano com qualidade de vida e também para o grau de dependência relativo a Lisboa se atenuasse.

Finalmente vamos nesse sentido! O centro Comercial "Fórum Sintra"  um sucesso, e prova disso é a abertura naquele centro de uma loja de vestuário de preços acessíveis de marca francesa, a primeira instalada na área da Grande Lisboa, assim significativo número de pessoas de toda Área Metropolitana, ruma a Sintra para fazer compras. Quem diria? Há mais! Vamos demonstrar que: a "hora " de Sintra, finalmente chegou!

download.jpg

 

 Fonte: SAPO Lifestyle900 × 450Pesquisar por imagens

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 12:22
Link do post | Comentar
Segunda-feira, 20 de Março de 2017

LIMÃO FONTE DE RIQUEZA DO TERRITÓRIO DE SINTRA

A região de Sintra no arrabalde da capital portuguesa, desde tempo recuado, com maior significado a partir das reformas promulgadas pelo Marques de Pombal: Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro ministro do rei de Portugal D. José I, era considerada zona agrícola de boa aptidão para produzir citrinos, nomeadamente limões.

As directivas pombalinas para fomentar a cultura deste fruto, importante fonte de rendimento para os agricultores, levou a formação de pomares de limoeiros em Sintra e seu termo.

Há cerca de cem anos no verão de 1918 por causa da epidemia da pneumónica, também conhecida por gripe espanhola, o calor excessivo que se fazia sentir e valor terapêutico do limão, fez o  preço atingir valores astronómicos. Os limões vendiam-se a 30 centavos cada um, se considerarmos salário do trabalhador agrícola  seria 10 escudos diários, o cento de limões valia o triplo.

Quem desejava saborear uma limonada e mitigar a sede, teria de pagar 25 centavos. Nos arredores de Sintra, um  proprietário de pomar com dimensão apreciável vendeu de uma só vez oito carradas de limões. Fez uma fortuna. Resultado os agricultores desataram a plantar limoeiros em qualquer pedacito de terra. Quem não tinha terreno plantava no quintal, hábito que ainda hoje se verifica.

A cultura dos limões passou ser generalizada, vinte cinco anos depois, surge a famosa melodia "rosinha dos limões",talvez, influência que a "alta" do preço do citrino deixou no imaginário popular.

P3035104.JPG

 

P3035105.JPG

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 08:35
Link do post | Comentar
Domingo, 12 de Março de 2017

TOPONÍMIA SINTRENSE - SIGNIFICADO DO NOME CACÉM

Após porfiados trabalhos finalizei a difícil tarefa,mas gratificante de esclarecer origem do topónimo CACÉM, actualmente integrado na cidade Agualva-Cacém, Município de Sintra Portugal. Até década 50 do século XX Cacém fez parte da Freguesia de Rio de Mouro, igualmente do concelho de Sintra.  Agualva pertenceu ao município de Belas,extinto em 1855.

Segundo investigações antigas Cacém significa "que divide " ou "repartidor". Partindo deste pressuposto desenvolvemos as pesquisas.O lugar do Cacém não seria de fundação coeva, porque em Janeiro de 1509, Dom Manuel I rei de Portugal, mandou publicar "carta de coutada de Lisboa, desde a porta de S.Vicente pelo caminho de Sintra, à ponte de Agualva e pela ribeira de Barcarena até ao mar, onde era proibido matar lebres e perdizes, sob certas penas".

Nesta época Cacem se existisse seria insignificante, não é citado no documento. O território desta região abundante em caça e nomeadamente de perdizes, como aconteceu até ser construido o "tagus park" junto da estrada Cacém Paço de Arcos.

Aquela determinação régia estipulava "nom CACEM perdizes nem perdigões do derradeiro dia de mayo ate primeiro dia de Agosto".

Assim definitivamente Cacém quer dizer couto onde é proibido caçar sem autorização. Couto era igualmente nome de medida antiga, equivalente ao côvado, como sabemos medida serve para repartir. Sem dúvida Cacém significa,"lato sensu" coutada, extrema, sítio onde se dividem propriedades e "jurisdições".Curiosamente está situado a igual distancia de Lisboa e, da sede do concelho,Sintra.

P2245073.JPG

 

P2245074.JPG

 

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 13:24
Link do post | Comentar
Quinta-feira, 9 de Março de 2017

PRENDER O BURRO

O património construído proporciona muita informação interessante e valiosa para conhecermos  aspectos sociais políticos e económicos duma comunidade.

Deparamos recentemente uma particularidade que ilustra o que escrevemos. A fonte da aldeia de Arneiro dos Marinheiros, Freguesia de São João das Lampas, Município de Sintra na área Metropolitana de Lisboa, construida no ano de 1907, como atesta placa nela afixada destinava-se abastecimento de água ao povoado e mitigar a sede dos animais de trabalho, na região predominantemente muares e burros. O bebedouro ficava num dos lados da fonte, para prender os animais, existe não argola de ferro com era usual mas uma simples pedra cravada na parede  na qual se executou furo para passar a arreata. A época era de grande penúria, não dispondo de dinheiro para a argola, recorreram os habitantes a pedra, abundante e gratuita.

E caso para dizer a "necessidade aguça o engenho".mesmo quando é preciso prender o burro.

P2065048.JPG

P2065046.JPG

P2065047.JPG

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 17:46
Link do post | Comentar
Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017

FONTE DO LARGO DO ALHEIRO

O município de Sintra, um território onde é possível encontrar amiúde elementos patrimoniais com interesse. Multidões de turistas "desembarcam" diariamente na sede do concelho, a maioria para visitar monumentos e consumir pouco. São bem vindos. No entanto para além de Sintra Vila, um acervo singular permanece no olvido, quem devia promover, talvez não faça com devido empenho.

Sintra património da humanidade, uma coisa, Sintra património dos Sintrenses  outra.

Vamos divulgar a fonte rústica, construida há 150 anos na aldeia de Cortezia, freguesia de São João das Lampas, concelho de Sintra, monumento de cunho rural a rusticidade da "bica" empresta ao largo cujo nome é o seu, beleza das coisas simples e genuínas.

Merece uma visita. 

P2065041.JPG

P2065039.JPG

P2065042.JPG

 

 

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 16:24
Link do post | Comentar
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017

VERGADOS PELA NORTADA

No tempo invernoso o vento sopra com intensidade,surgem os avisos meteorológicos amarelos ou vermelhos,conforme grau de perigo, somos aconselhados a tomar precauções, quase sempre referem possibilidade de queda de árvores na via pública.

Parece que há árvores desde a plantação lançaram raízes bem fundas, agarram-se ao chão, denotando intento de resistirem a ventos e marés.

Na estrada da Várzea de Colares, concelho de Sintra pela encosta segue em direcção de Almoçageme, encontramos por altura da "quinta dos pisões" renque de plátanos, devem ter sido plantados para sombrear a via, na década de 1940. Fustigados pela nortada ou pelos alíseos do oeste, adquiriram posição obliqua que os fustes apresentam.

Podemos afirmar, vergaram, não tombaram quando possível, a terra ajuda as árvores, assim em algumas ocasiões acabam por morrer, não na vertical contudo, sempre de pé.

Belo trecho da natureza.

P1205003.JPG

 

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 10:31
Link do post | Comentar

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

Abril 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
28
29
30

Posts recentes

ORIGEM SINTRENSE DO PETIS...

A IMPORTÀNCIA VINÍCOLA ...

INSIGNE FILHO DE "SINTRA ...

SINTRA CONCELHO NA SENDA ...

SINTRA CONCELHO NA SENDA ...

LIMÃO FONTE DE RIQUEZA DO...

TOPONÍMIA SINTRENSE - SIG...

PRENDER O BURRO

FONTE DO LARGO DO ALHEIRO

VERGADOS PELA NORTADA

Arquivos

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Julho 2007

tags

todas as tags

Favoritos

RESOLVER "ENIGMA" RELACIO...

BEM FADADO OU MAL FADAD...

Links sobre o autor

Fotografia do Cabo da Roca: Jason Weaver
blogs SAPO

subscrever feeds