O programa Polis que está a transformar radicalmente, o centro Cacém e da Agualva, implicou a demolição de várias construção que durante décadas foram o ex-libris daquelas povoações.
Um dos edifícios que foi demolido, foi, “o velho café Central” que ficava junto à ponte da Agualva, e, do plátano que em boa hora foi preservado.
É uma árvore de grande porte, quase centenária, e que pelo desafogo com que ficou, pode tornar-se rapidamente num exemplar ainda mais admirável.
Seria bom que o seu nome fosse “Plátano do Café Central” para lembrar um local de tertúlia, dos habitantes do Cacém e da Agualva, e onde agora, sob a sua copa imponente, podem continuar as suas amenas cavaqueiras.
Este plátano assinala o sítio da velha ponte da Agualva, que fazia parte do antigo caminho da Porta de S. Vicente de Lisboa para Sintra.
O Plátano do Café Central é também uma “memoria” qual marco da coutada que da Agualva seguia pela ribeira de Barcarena até ao mar, onde El-Rei D. Manuel I caçava perdizes.
Enfim, o “Plátano do Café Central” merece fazer parte da história do município Sintrense, e a administração da Cacém Polis, deveria solicitar às entidades competentes a sua classificação de interesse público.
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