Quinta-feira, 14 de Novembro de 2013

COMO TERMINOU O TEMPO DO CASTANHEIRO

Escrevemos no anterior apontamento,acerca dum vetusto castanheiro,derrubado por recente intempérie.Lamentamos a ocorrência,não referimos porque é conhecimento universal , como a maoria das árvores , esta morreu de pé.

Acaso feliz tivemos oportunidade de assistir ao desenlace final, para o castanheiro , consequência do seu derrube pela ventania.Quisemos partilhar com quem nos "visita".Os troncos do espólio arbóreo mostram,a saúde que o castanheiro apresentava;confirma-se o velho ditado:para morrer não é necessário estar doente.Castanheiro da jarda, o teu tempo acabou assim...

sinto-me:
Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 15:09
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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2013

O CEDRO - PALMEIRA

Uma rara "associação" entre dois tipos de árvores de tipo muito diferente, pode constatar-se na alameda dos cedros que ladeiavam a antiga entrada da quinta de Fitares, na Rinchoa que  tinhamos tratado em anterior "post":

O facto conta-se, de modo simples. Há muito tempo, num dos grossos troncos de um dos cedros, germinou uma palmeira, que já apresenta um aspecto vegetativo razoável. Com os temporais que ultimamente assolaram Portugal, causando grandes estragos no concelho de Sintra, onde a ventania derrubou centenas de árvores, muitas delas de grande porte e provecta idade. No local de que estamos a reportar-nos, as ramadas dum cedro, foram partidas e tiveram de ser cortadas.
Destes trabalhos resultou que sem a copa um cedro ostenta agora sobre o seu imponente tronco a palmeira, o conjunto é uma raridade,  prova que na natureza tudo parece possível. A foto dá disso uma ideia. Quem passa não repara quem sabe, depois desta notícia, talvez se torne curiosidade.  

Vem a propósito o poema Toada de Portalegre, de José Régio. "A cada raminho novo que a tenra palmeira deitar, será uma alegria". 

 

sinto-me:
Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 20:45
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Sábado, 19 de Abril de 2008

O CARVALHO DA MINA

O Concelho de Sintra contém no seu dilatado território inúmeros "tesouros" quase desconhecidos quer por ignorância quer por falta de informação. Iremos  descrever neste trabalho, um deles. Trata-se dum carvalho cujo tronco tem um perímetro de 2,80 metros e como cresce em plena natureza, deve ter mais de 200 anos.

É uma árvore frondosa cuja copa como foi deixada crescer livremente ocupa uma área de cerca de 20 metros em redor do tronco. Junto a este monumento vivo corre um pequeno regato de água  alimentado por uma nascente vinda duma mina daí as pessoas da zona apelidarem de CARVALHO DA MINA.

 

Juntamente com esta crescem na proximidade outras árvores cujo conjunto forma um pequeno bosque dando ao local um aspecto bucólico encantador.

Tudo isto resistiu ao passar do tempos apesar de estar no meio de terras de cultivo. Talvez a necessidade de aproveitamento da água da mina tenha "salvo" esta maravilha . 

 O Carvalho da Mina situa-se na freguesia de Almargem do Bispo 200 metros após a passagem de nível da Pedra Furada na direcção de Negrais, há uma casa esquerda de onde sai o caminho agricola que termina, junto ao carvalho.

O local tem todas as condições para ser uma agradável área de lazer  mas infelizmente é só erva  o acesso pedonal é fácil e permite uma visita. Por mim cumpri o dever de partilhar algo que deve ser apreciado por todos quantos amam a natureza.

Devo referir que tomei conhecimento da existência do Carvalho da Mina por informação do antigo Presidente da Junta de Freguesia da Terrugem Sr. Pechilga que me levou ao sitio na década de 1980. Desde essa data sou visitante assíduo e por isso tenho notado o cada vez mais visível estado de abandono desta árvore notável. Oxalá finalmente as coisas mudem...

Publicado por Júlio Cortez Fernandes às 18:10
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