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Tudo de novo a Ocidente

IMPRENSA LOCAL FONTE DE INFORMAÇÂO RELEVANTE

Uma simples folha destinada a promover o comercio de bairro , ou de proximidade, no jargão actual,por vezes, permite aceder a informações, interessantes,acerca não só da história local , como de toda a região onde se insere,

Decorria ano de 1938, despretensiosa folha informativa  " O COMERCIO DA AJUDA", publicado naquela freguesia ocidental do município de Lisboa,anunciava fim de publicação.

O ultimo numero Dezembro daquele ano,publicavam noticias; lidas agora passadas 8 décadas,trazem nostálgicas recordações, de pessoas, instituições  e locais.

O anuncio do cinema Palatino, existiu,no alto de Santo Amaro, certo motivará agradáveis lembranças a milhares de alunos passaram, pelos estabelecimentos de ensino das proximidades:

Escola Comercial Ferreira Borges, Liceus D.João de Castro e Rainha Dona Amélia, ou Escola Industrial Marques de Pombal. O cinema fechou portas nos anos70 século passado.

A noticia acerca do Belenenses,vivendo na época "situação desafogada",contrasta com actualidade da prestigiosa colectividade, então sediada, no ocidental  lisboeta bairro de Belém.

Encontramos "novidades" com interesse também para Sintra,principalmente para freguesia de Rio de Mouro.

Relatava a "folha" Sr. Krusse Aflalo,felizmente, estava melhor de grave enfermidade, que o apoquentara.Era colaborador do Jornal de Sintra, viveu em Rio de Mouro;  graças a sua influencia, a localidade seria dotada de estação de correios em 1968. Lendo  noticia ficamos a saber porquê.

Aqui está como onde menos esperamos, encontramos tema de conversa.

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LEMBRANÇAS DA CAMIONETA DE PASSAGEIROS

Durante décadas  empresa de camionagem,referida no " horário", operou no Município de Sintra, até  final da década de 1960,quando foi incorporada por aquisição na empresa Eduardo Jorge,a qual depois de Abril 1974 seria nacionalizada, integrada na Rodoviária Nacional.

Hoje deixo aos leitores,lembrança da carreira ligando Massamá e Sete Rios, algunas horários (Praça dos Restauradores) no centro de Lisboa.

Decorria  ano de 1966, curioso notar os autocarros paravam,  as portas de Benfica, e depois só poderiam fazer no terminus da " linha ", havia excepção, largar passageiros junto a estação  do Metro.

Tudo porque a Companhia Carris Ferro de Lisboa, detinha privilégios de monopolista, no perímetro do concelho de Lisboa. Enfim,quem desejar tem muita informação, interessante.

 Esquecia chamar atenção, trajecto entre Massamá e Sete Rios, circulando em artérias com muito transito, demorava 30 minutos.Quase tanto gasta, actualmente, o comboio de Massamá- Barcarena ao Rossio.

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EVOCANDO DATA TRÁGICA PARA O CONCELHO DE SINTRA

Dia 10 Setembro de 1960. completam-se hoje,60 anos, faleceu repentinamente no Hospital da C U F, em Lisboa, o Senhor Professor Joaquim Moreira Fontes,Presidente  da Câmara Municipal de Sintra, desde 1958., de 68 anos idade.  Corpo seria velado na sala de sessões  edifício dos Paços do Concelho, de Sintra,  funeral teve lugar no dia seguinte 11 de Setembro , para jazigo de família no Cemitério do Alto de São João em Lisboa

Professor catedrático de Obstetrícia e Fisiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa,director do Instituto de Investigação Cientifica Dr. Rocha Cabral, Presidente da Sociedade Arqueologia Portuguesa. 

Eminente arqueólogo, desenvolveu, também , obra notável, no campo autárquico, económico e social , do concelho de Sintra, onde residia no Casal dos Choupos em Mem Martins.

Senhor Professor Joaquim Fontes, sem dúvida dos mais ilustres e cultos cidadãos que ocuparam a cadeira da presidência da Câmara Municipal de Sintra.

A sua visão estratégica para o Concelho de Sintra , infelizmente morreu com ele. Pugnou pela edificação da cidade jardim  da Rinchoa, como apelidou. Se tivesse concretizado tal projecto, teria resultado  urbanização única em Portugal.

A morte inesperada foi acontecimento trágico, não só para a familia, mas também para o Município de Sintra.Recordar a sua memória é dever de cidadania, referindo para as novas gerações exemplo de um Homem  de excepcional craveira política e intelectual, a quem o Concelho de Sintra muito deve.

 

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EVOCANDO MEMÓRIA DE ANTÓNIO RAIO

Nas arrumações acentuadas pela presença mais caseira , que pandemia tem provocado deparei, com  noticia da festa de despedida de um desportista natural e praticante num clube de Sintra, famoso António Raio.

Novas gerações pouco ouviram falar dele,  por isso, evoco a sua memória,  propósito da grandiosa festa organizada, quando deixou a competição activa em 1958.

O programa do evento que se realizou no Pavilhão dos Desportos de Lisboa, hoje Carlos Lopes, ecléctico e interessante, retenho, os Jogos entre as equipas de hóquei patins do Hockey Clube de Sintra - Sporting Clube de Portugal. e Benfica - Selecção de Lourenço Marques, actual Maputo em Moçambique.

António Raio, quatro vezes campeão da Europa e do Mundo,duas vezes vencedor da Taça das Nações, de dois campeonatos nacionais e três regionais.Iniciou  pratica da modalidade em 1940.

Na festa de despedida quando a selecção de Lourenço Marques entrou no ringue, transportando  grande fotografia de António Raio, multidão aplaudiu de pé tributando ao homenageado calorosa saudação.Foram feitos discursos da praxe, entregues muitas e valiosas lembranças. António Raio agradeceu num improviso brilhante, aliás era excelente orador; afirmando " se despedia com uma saudade indescritível ". 

Finalmente deu 2 voltas ao recinto aplaudido de pé de pela assistência, esgotava  lotação do pavilhão.António Raio saiu emocionadissimo.

Assistiram a homenagem , Ministro do Ultramar Professor Raul Ventura, Subsecretário da Aeronáutica Kaúlza Arriaga, Director Geral dos Desportos, e Vereadores da Câmara Municipal de Sintra.

Para história os resultados; Sintra venceu Sporting 9-4. A selecção de Lourenço Marques  havia ganho recentemente o torneio de Montreux, levou de vencido o campeão nacional de hóquei patins, Benfica por 6-2.

 equipas, formadas pela elite do hóquei mundial.

Benfica : Carlos Pereira,Victor Rocha,José Lisboa, Mário Lopes, e Perdigão.

Lourenço Marques : Moreira,Souto,Fernando Adrião,Velasco  e Bouçós.

 Quem acompanha a modalidade só pode exclamar  "magníficos e únicos jogadores de ambas equipas".

Evoquei simplesmente António Raio como desportista, conheço sua  actividade empresarial em Sintra, isso são contas de outro rosário.

Faleceu em Sintra com 84 anos em 2007, como referiu  Jornal de Sintra " o mais categorizado internacional do Hockey Clube de Sintra ... a quem os sintrenses ficaram a dever tardes de glória "

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REVISITANDO BAIRRO DOS AVIADORES - RIO DE MOURO SINTRA

Regressámos a este bairro, baptizado dos "Aviadores" pelo jornalista Manuel de Oliveira, colaborador do Jornal de Sintra. Diga-se de verdade, é designação agradável e correcta.

Além de nomes  dos nossos distintos e gloriosos aviadores as ruas do bairro ostentam, igualmente, nomes de aviadores de ouros países.

Uma dessas distinções honrou o cidadão brasileiro, e figura da aviação mundial: Santos Dumont.

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A placa toponímica seria descerrada pelo embaixador do País Irmão, durante  concorrida manifestação , onde também se inaugurou  placa dedicada aos americanos Irmãos Wright.

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Na presença do adido aeronáutico da Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa.

O facto das ruas da área moderna de Rio de Mouro ostentarem, unicamente, nome de aviadores, foi apreciado,  contribuindo, por um bom motivo para que nome da terra fosse conhecido e respeitado. Pena não terem seguido a mesma orientação, na urbanização que seguiu.Enfim gente inculta e " mercuriale".

Viva  bairro dos Aviadores, ideia de gente da nossa terra, merece ser conhecida, devendo aquela parcela da freguesia ser denominada daquele modo.

 

 

CASAMENTO DE POMPA E CIRCUNSTÂNCIA - CELEBRADO NA CAPELA DE JANAS EM SINTRA

A capela de São Mamede, orago da aldeia de Janas no caminho de Fontanelas antiga freguesia de São Martinho, Município de Sintra; templo de arquitectura de forma circular, raridade em Portugal, conhecido pela secular festa da bênção do gado, exemplo que sucede noutro rincão da terra saloia, no adro da Basílica de Santa Quitéria de Meca, concelho de Alenquer.

Não é para dissertar acerca dessa particularidade escrevo hoje. Desloquei-me a Janas para relembrar acontecimento de relevância social, na vida mundana de Lisboa, ocorreu na década 1940.

No dia 27 de Setembro de 1947 sábado, a meio de uma manhã alvorou chuvosa, mais tarde abriu, ficando luminosa e bela, como costumam ser no Outono Sintrense. A velhinha capela, ostentava portas e altares cobertos de colgaduras, paredes adornadas de cedros e flores campestres, compondo o espaço, tribulos e lampadários de prata, órgão  tudo vindo propositadamente de Lisboa, preparado durante uma semana de modo a conseguir cenário romântico intimista para rematar uma história de amor, qual encenação teatral: o  casamento da Dra. Mariana Rey Monteiro com o arquitecto de interiores, Emílio Ramos Lino. 

A noiva, filha única do casal Amélia Rey Colaço, Robles Monteiro, empresários do Teatro Nacional D. Maria II, onde  Marianinha, para os mais íntimos, exerceu profissão de actriz, o noivo irmão do ilustre arquitecto Raul Lino.

 Celebrante  Padre Albertino Robles Monteiro, primo da noiva, também pertencente a distinta família de São Vicente da Beira, perto de Castelo Branco.

Os noivos receberam bênção Papal, comungando durante a missa cerimonial. A multidão de gente do povo assistiu no exterior a toda  encenação  que rodeou o acto, qual peça teatral.

Entre os convidados, estavam Presidente da Câmara Municipal de Sintra,  engenheiro Carlos Santos, a Marquesa de Cadaval, o Conde do Funchal entre outros ilustres amigos das famílias dos nubentes.

Como diz proverbio é bom chover na boda, aqui correspondeu a verdade porque  Mariana Rey Monteiro e Emílio Lino,deve ter sido  casamento feliz; apesar enviuvar com 35 anos, tiveram três filhos; faleceram ambos em Lisboa,  ele em 1958, ela em 2010. Nunca mais, capelinha de Janas se alindaria de modo igual. 

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ASSALTO AOS CORREIOS DE RIO DE MOURO

Dia 31 de Março 1980,época de grande turbulência social e política; sociedade portuguesa,assistia a actividade de grupos armados, activos em sequestros e assaltos.

Naquele dia, pelas 10 horas da manhã dois indivíduos, jovens,  cara destapada armados com duas espingardas  e uma granada, assaltaram  estação dos correios de Rio de Mouro, numa altura que cerca de 40 pessoas aguardavam, ordeiramente na " bicha "  vez de serem atendidos.

Os assaltantes, deslocavam-se num vistoso e potente automóvel de grande cilindrada de  conhecida marca alemã. Com sangue frio, sem causarem grande alarido em poucos minutos, encheram  saco com avultada quantia, e partiram no bólide a grande velocidade,deixando  pequena multidão de utentes, com ar aliviado; felizmente, não houve sangue, nem agressões.

Acontecimento , motivo de conversa durante muito tempo. curiosamente a imprensa não deu grande relevo ao assalto. Dizia-se a boca pequena, talvez fosse obra de grupos  ligados a facções políticas radicais, que teriam algum armamento desviado de instalações militares.

Não sei nada mais , acerca deste assalto, a não ser , existiu e deu brado.Já lá vão quarenta anos.

Antes roubavam os Correios, agora, talvez, descendentes dos gatunos de então furtam flores dos canteiros que as autarquias, mandam plantar para embelezar  espaço publico.

Em nome de  "ideais," e esmerada incultura, há sempre quem meta a unha, no que a todos pertence...

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OBRA ÍMPAR DE ARTE SACRA

No Bairro da Tabaqueira,em Albarraque, freguesia de Rio de Mouro, Concelho de Sintra,Área Metropolitana de Lisboa. Foi edificada em 1965, por iniciativa dos anteriores proprietários da manufactura de tabacos, a  igreja da evocação da Sagrada Família, declarada em 2019, imóvel de interesse publico; projecto  do arquitecto Jorge Viana.

Templo singular, alberga um conjunto de obras de diversos artistas nacionais de renome.

Hoje destaco , o singular sacrário autoria da ceramista. Gaziela Albino ( Peniche 1921,Cascais 1996) emoldurado, por azulejos de Mestre Lima de Freitas, considerado, obra relevante  da arte sacra contemporânea portuguesa. Simplesmente : fascinante.

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SINTRA: NO TEMPO DOS MATO DA CHARNECA

Há sessenta e dois anos,procederam com pompa e circunstancia a inauguração, de moderna unidade industrial, na ocasião  dos convidados de honra,fazia parte um nosso conterrâneo de Pampilhosa da Serra,a época presidente de  organismo corporativo de coordenação económica: a Comissão Reguladora do Comércio de Óleos Vegetais e Oleaginosas.

Na perspectiva do  Jornal de Sintra" Tratou-se de mais um  músculo de trabalho, erguido dentro dos muros de Sintra - que há um tempo para cá parece querer desfazer a lenda da « Bela Adormecida ».

A fábrica estava e continua edificada , nos então denominados terrenos do Mato da Charneca, em Mem Martins.Registamos facto  " nosso " Jornal considerava e bem " dentro dos muros de Sintra ". Ainda hoje há gente para quem isto parece " heresia". 

Segundo  o jornalista  " Como nós pertencemos ao grupo dos verdadeiros - e  apaixonados- amigos deste «glorioso eden» , agora a acordar da penosa e incompreensível letargia em que andava envolvido, entendemos ser  de humana, lógica e absoluta justiça dispensar à jovem organização « sintrense» um especial carinho, um maior respeito, e uma mais elevada simpatia". 

A empresa denominava-se então.

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 Com outra denominação  existe e labora actualmente, numa área fabril de cerca 67.000 m2, continuando ser  unidade industrial das mais importantes de Sintra.

Em 1958, aquela empresa seria das  primeiras a instalar-se nos terrenos amplos da charneca entre Rio de Mouro e  Ramalhão.

Quem podia imaginar  volvidos sessenta anos aquele território das freguesias de Rio de Mouro, e Algueirão - Mem Martins , se  transformaria  numa  zona industrial e de serviços das mais importante de Portugal.

Recordar é útil para reafirmar ontem como hoje, SINTRA somos todos,   potencial social económico e urbanístico do nosso Município deve ser motivo de satisfação e orgulho de todos aqui moram e adoram viver.

 

 

AFINAL " COPIARAM " MAL A URBANIZAÇÃO DA RINCHOA

No texto que escrevi , acerca do tema, referi semelhanças  encontradas na toponímia das ruas em sitio próximo do Milharado,  Município vizinho ; aqui ficam as evidencias,  do  "plágio".

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Seria fastidioso, continuar; exemplos apresentados, são suficiente e elucidativos. Confesso  tive uma epifania quando descobri  artéria mais importante na urbanização " plagiada " com base na "nossa", tem  designação:

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Surpresa, os promotores imobiliários, decidiram apelidar "Alameda " e não Avenida como sucede na Rinchoa

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Não se diga; alguém " copiou " nada disso, escreveram ACAÇIA, quando mestre , Leal da Câmara, quem sabe, talvez por " poupança ", esqueceu a cedilha, mas não  acento no A

Pronto ! esclarecido   "mistério " podemos afirmar, não  é cópia. A novíssima urbanização, pretendeu ser emula da  Rinchoa,  existe há trinta anos, pelo aspecto das moradias. é poiso de gente endinheirada, talvez, pouco instruída ; ainda não reparam no erro de palmatória, ostenta a placa toponimica da Alameda onde vivem. Há cada uma... 

 

 

 

 

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