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Tudo de novo a Ocidente

MAGNÓLIAS: AS ÁRVORES DO PODER

A Magnólia é uma árvore do grupo das plantas ornamentais.

Como tem um porte majestoso e flores geralmente brancas  de grandes pétalas  tem sido aproveitada para compor parques e jardins de palácios e casas senhoriais.

Alguns espaços de ministérios e outras sedes do Poder  têm nas áreas  envolventes MAGNÓLIAS como é o caso do Ministério das Finanças no Terreiro do Paço em Lisboa. Em Sintra e por todo o concelho existem magnólias em muitas quintas e vivendas, entre  outros locais também na Rinchoa.

Na sede do concelho crescem duas centenárias magnólias  na entrada principal do Parque da Liberdade uma de cada lado do portão, quais guardiãs do espaço dos primitivos senhores. Por todo o País as magnólias marcam simbolicamente um dos aspectos visíveis da realidade complexa de que a "distinção" se reveste.

As mais antigas magnólias de Portugal com cerca de 300 anos encontram-se junto ao Convento de Nossa senhora do Desterro em Monchique no Algarve e na Aldeia do Carregal  na Freguesia de Dornelas, Pampilhosa da Serra. Ambas consideradas de interesse público.

Em espaço público as magnólias só começaram a ser plantadas após a implantação da REPÚBLICA.

Em Sintra há um conjunto de sete MAGNÓLIAS na Rua um pouco antes da Sede da Sociedade União Sintrense. Finalmente no espaço do POVO surgiram AS ÁRVORES DAS GRANDES FLORES a magnólia grandiflora uma consequência do desvio da esfera do poder para outros espaços e classes.

As árvores são necessárias para explicar os factos sociais. Mais uma utilidade.

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