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Tudo de novo a Ocidente

MISTÉRIOS DA RINCHOA II

A Rinchoa, como todas as povoações que se desenvolveram rapidamente, é citada, algumas vezes, de "forma depreciativa" por pessoas que nunca visitaram a nossa terra, e, se permitem emitir juízos de valor que são no mínimo produto dum "incompreensível desconhecimento".

A Rinchoa, apresenta problemas comuns das cidades populosas. Com mais de 20.000 habitantes, tem uma importância social e económica superior à maioria das sedes de concelho de Portugal.

Dispondo de três farmácias cinco agências bancárias, dez caixas multibanco, cinemas, ginásios, escolas básicas, primárias e secundárias, restaurantes, supermercados, etc, etc...

Se alguma coisa falta, são equipamentos que o Estado, deve construir. A sociedade civil, neste como em outros locais do País, é mais dinâmica, que o "Estado Arcaico" que nos tutela...

A Rinchoa têm uma localização impar, sendo em todo o concelho o sitio onde melhor se pode observar a Serra de Sintra.

A urbanização idealizada por Leal da Câmara teve em atenção o valor paisagístico daquela montanha pois algumas das suas ruas foram traçadas para permitir visualizar a Serra.

Em vários locais da urbe, os nossos olhos encontram o "Monte da Lua" coroada pelo Palácio da Pena.

A atmosfera luminosa da Rinchoa, os seus amplos, que alcançam o oceano, são mais um dos seus mistérios encantadores que merecem ser divulgados. 

RINCHOA, SÍTIO E MEMÓRIAS...

Há quem sem cuidar no que diz, afirme que as localidades objecto de uma urbanização intensa, perdem a sua "memória", passam a ser simples nomes sem qualquer ligação à história ou ao meio onde se situam.

Não é assim com a Rinchoa. Aqui há particularidades que atestam o passado e o viver dos seus habitantes ao longo dos séculos. Coisas interessantes que só é possível encontrar em aldeias do interior "profundo" de Portugal.

A Rua da Capela, onde se situava a ermida da povoação, cujo culto, era ainda citado no século XIX. A Estrada do Marques, que ligava a Quinta de Oeiras com a Granja de Sintra, ambas da Casa Pombal.

Curiosa é a antiga fonte de "chafurdo" que brota junto à sobreira centenária, referida num nosso anterior apontamento.

É a denominada Fonte do Rouxinol, recuperada em 1963. É exemplo dum modo de fornecimento de água às populações muito comum no nosso País até ao início dos anos setenta do século XX.

Quem  quiser conhecer como milhares de portugueses se abasteciam de água pode vir aqui admirar esta encantadora fonte, descansando um pouco nos bancos que existem junto à mesma, e constatar que mesmo no meio da urbe movimentada encontra o ambiente bucólico de tempos idos.

O nome Rouxinol, é vulgar na Rinchoa porque na Primavera e no Verão é possível de madrugada ouvir aqui o canto dessa ave encantadora...

Mais mistérios da Rinchoa, mas há mais... 

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