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Tudo de novo a Ocidente

SINTRA CONCELHO NA SENDA DO PROGRESSO - PARQUES URBANOS

Arautos da desgraça, apoiantes do descrédito e durante décadas dos interesses ocultos de banqueiros, de concluio com patos bravos, pretensamente: "empresários da construção civil", lançaram  acerca do território do município de Sintra e de quem teimava viver na área urbana do concelho propalando:  "só betão" afirmação para denegrir espaço habitado, neste cantinho do ocidente português e instilar  sentimentos de desconforto e discriminação nos Sintrenses, estilo poema: "Sobe Luísa sobe a calçada", tentando promover a transferência de população a outras "paragens" talvez mais lucrativas para os "donos de tudo isto".

Passaram quinze anos, actualmente "Sintra do pandemónio" como designei por contraponto, a "Sintra do património " em diversas intervenções na Assembleia Municipal (órgão autárquico onde permaneci uma década, do qual fui "arredado"). Felizmente, decorrido escasso lapso de tempo Sintra, onde habitam trezentos mil pessoas, dispõe  de espaços verdes adequados.

Parques urbanos: Felício Loureiro em Queluz, Salgueiro Maia e Quinta das Flores Massamá - Monte Abraão, Parques Linear Polis e Quinta da Fidalga em Agualva Cacém, parque urbano da Cavaleira Algueirão-Mem Martins em construção, brevemente surgirá outro na Tapada das Mercês.

Os parques urbanos de Alto do Forte, Serra das Minas o novíssimo da Rinchoa, todos na freguesia de Rio de Mouro.

Este ultimo resultou do aproveitamento de mancha florestal de 7 hetctares de superficie, povoada de árvores de grande porte, tais como: carvalhos, eucaliptos, medronheiros, choupos, pinheiros mansos... e um ribeiro: a Ribeira de Fitares, de águas limpidas, podemos afirmar, espaço de lazer ímpar na Grande Lisboa, somente a 15 quilómetros do centro da urbe lisboeta.

A Vila sede do concelho dispõe de belo parque o "parque da Liberdade" hoje maioritariamente fruído por turistas.

Vencemos o betão, escreveu Frederico Garcia Lorca: "verde te quero verde", será apropriado dizer conseguimos isso em Sintra, graças adequada política de gestão municipal e empenho das juntas de freguesia. Deixo imagens do parque da Rinchoa.

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SINTRA CONCELHO NA SENDA DO PROGRESSO

Contra ventos e mares, como já escrevi neste espaço, o Município de Sintra avança para ser segundo concelho do País em todos os índices  a seguir a Lisboa.

Durante muito tempo sectores da banca de conluio com promotores imobiliário, alguns decisores autárquicos, desejaram esvaziar o território de Sintra da classe média residente e encaminhar os potenciais compradores para onde estavam estabelecidos interesses que seriam rentáveis se os objectivos fossem concretizados.

A crise financeira fez implodir  grupos bancários  financiadores, os construtores civis também levados pelo rebentamento da bolha imobiliária. Estou integrado no conjunto daqueles que adoram morar em Sintra, sempre pugnei que o concelho fosse dotado de equipamentos indispensáveis a um quotidiano com qualidade de vida e também para o grau de dependência relativo a Lisboa se atenuasse.

Finalmente vamos nesse sentido! O centro Comercial "Fórum Sintra"  um sucesso, e prova disso é a abertura naquele centro de uma loja de vestuário de preços acessíveis de marca francesa, a primeira instalada na área da Grande Lisboa, assim significativo número de pessoas de toda Área Metropolitana, ruma a Sintra para fazer compras. Quem diria? Há mais! Vamos demonstrar que: a "hora " de Sintra, finalmente chegou!

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 Fonte: SAPO Lifestyle900 × 450Pesquisar por imagens

LIMÃO FONTE DE RIQUEZA DO TERRITÓRIO DE SINTRA

A região de Sintra no arrabalde da capital portuguesa, desde tempo recuado, com maior significado a partir das reformas promulgadas pelo Marques de Pombal: Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro ministro do rei de Portugal D. José I, era considerada zona agrícola de boa aptidão para produzir citrinos, nomeadamente limões.

As directivas pombalinas para fomentar a cultura deste fruto, importante fonte de rendimento para os agricultores, levou a formação de pomares de limoeiros em Sintra e seu termo.

Há cerca de cem anos no verão de 1918 por causa da epidemia da pneumónica, também conhecida por gripe espanhola, o calor excessivo que se fazia sentir e valor terapêutico do limão, fez o  preço atingir valores astronómicos. Os limões vendiam-se a 30 centavos cada um, se considerarmos salário do trabalhador agrícola  seria 10 escudos diários, o cento de limões valia o triplo.

Quem desejava saborear uma limonada e mitigar a sede, teria de pagar 25 centavos. Nos arredores de Sintra, um  proprietário de pomar com dimensão apreciável vendeu de uma só vez oito carradas de limões. Fez uma fortuna. Resultado os agricultores desataram a plantar limoeiros em qualquer pedacito de terra. Quem não tinha terreno plantava no quintal, hábito que ainda hoje se verifica.

A cultura dos limões passou ser generalizada, vinte cinco anos depois, surge a famosa melodia "rosinha dos limões",talvez, influência que a "alta" do preço do citrino deixou no imaginário popular.

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TOPONÍMIA SINTRENSE - SIGNIFICADO DO NOME CACÉM

Após porfiados trabalhos finalizei a difícil tarefa,mas gratificante de esclarecer origem do topónimo CACÉM, actualmente integrado na cidade Agualva-Cacém, Município de Sintra Portugal. Até década 50 do século XX Cacém fez parte da Freguesia de Rio de Mouro, igualmente do concelho de Sintra.  Agualva pertenceu ao município de Belas,extinto em 1855.

Segundo investigações antigas Cacém significa "que divide " ou "repartidor". Partindo deste pressuposto desenvolvemos as pesquisas.O lugar do Cacém não seria de fundação coeva, porque em Janeiro de 1509, Dom Manuel I rei de Portugal, mandou publicar "carta de coutada de Lisboa, desde a porta de S.Vicente pelo caminho de Sintra, à ponte de Agualva e pela ribeira de Barcarena até ao mar, onde era proibido matar lebres e perdizes, sob certas penas".

Nesta época Cacem se existisse seria insignificante, não é citado no documento. O território desta região abundante em caça e nomeadamente de perdizes, como aconteceu até ser construido o "tagus park" junto da estrada Cacém Paço de Arcos.

Aquela determinação régia estipulava "nom CACEM perdizes nem perdigões do derradeiro dia de mayo ate primeiro dia de Agosto".

Assim definitivamente Cacém quer dizer couto onde é proibido caçar sem autorização. Couto era igualmente nome de medida antiga, equivalente ao côvado, como sabemos medida serve para repartir. Sem dúvida Cacém significa,"lato sensu" coutada, extrema, sítio onde se dividem propriedades e "jurisdições".Curiosamente está situado a igual distancia de Lisboa e, da sede do concelho,Sintra.

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PRENDER O BURRO

O património construído proporciona muita informação interessante e valiosa para conhecermos  aspectos sociais políticos e económicos duma comunidade.

Deparamos recentemente uma particularidade que ilustra o que escrevemos. A fonte da aldeia de Arneiro dos Marinheiros, Freguesia de São João das Lampas, Município de Sintra na área Metropolitana de Lisboa, construida no ano de 1907, como atesta placa nela afixada destinava-se abastecimento de água ao povoado e mitigar a sede dos animais de trabalho, na região predominantemente muares e burros. O bebedouro ficava num dos lados da fonte, para prender os animais, existe não argola de ferro com era usual mas uma simples pedra cravada na parede  na qual se executou furo para passar a arreata. A época era de grande penúria, não dispondo de dinheiro para a argola, recorreram os habitantes a pedra, abundante e gratuita.

E caso para dizer a "necessidade aguça o engenho".mesmo quando é preciso prender o burro.

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