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Tudo de novo a Ocidente

COGITAÇÕES QUARENTENÁRIAS

Esta provação ou castigo , porque estou  a passar,é ocasião para relembrar  significado de quarentena, afinal não deveria ser não de 14 dias,e sim de quarenta porque aquele numero segundo antiga crença, define  fim de um ciclo .

Ao longo da historia da religião cristã, numero quarenta revestiu-se sempre de significado divino.

A quaresma prestes a findar, durante a qual se prepara a ressurreição pascal , dura 40 dias.Jesus apareceu aos discípulos, nos quarenta dias antes da Ascensão.Ressuscitou ao fim de quarenta horas de permanência no sepulcro; pregou quarenta meses no deserto,foi apresentado no Templo quarenta dias depois do nascimento.

Jean-Jacques Rosseau,afirmou, quarenta anos seria idade adequada para um político ser verdadeiro homem de estado.Talvez por isso  Doutor António de Oliveira Salazar, só aceitou ser nomeado definitivamente Ministro das Finanças,quando entrou no quarentenário.

Moisés foi chamado por Deus ao completar quarenta anos.Buda começou a pregação aos quarenta anos.

Em resumo, quem sabe os sábios que orientam este nosso acto de punição, devem estar a espera de perfazer 40 dias para nos livrarem do confinamento obrigatório?.

 Há precisamente quarenta anos, Março de 1980. na freguesia de Rio de Mouro, onde já morava na altura, sucedeu, episódio inusitado noticiado na primeira página do Jornal de Sintra.Chamo atenção onde está GT, deveria estar G3, arma de guerra muito " popular " naquele tempo.

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Finalmente, ao fim de quarenta dias o morto está definitivamente morto, porque, só depois  os restos mortais ficam, enfim, livres de qualquer sinal de vida.

Procurei com este texto contribuir para não morrerem de tédio, na falta de amêndoas pascais, deixo este " doce ". Quarenta é um grande "número"

  

   

PRAIA DA ADRAGA ELEMENTOS PARA SUA HISTÓRIA

Praia da Adraga,jóia do litoral Sintrense, considerada das mais belas praias do mundo;  preferida da realeza portuguesa,no final da monarquia.

Com  queda do regime monárquico, praia das areias limpas e mar cor de esmeralda, entrou em período decadente de romântica nostalgia, não só dos ilustres visitantes, mas também, quase inacessibilidade, devido caminho impraticável para movimento rodoviário.

Adraga senhorial e aristocrática, apesar do zeloso  banheiro Fortunato,popular figura que cuidava do areal e armava filas coloridas de barracas e toldos,  perdeu  primazia a favor da " republicana " e burguesa Praia das Maçãs.

Finalmente em 1934, dupla de empreendedores José Soares e Claudino Lorido,inauguraram num terraplano a meia encosta, elegante pavilhão, dispondo ampla sala de jantar, caprichosamente decorada,proporcionando esmerado serviço de restaurante e bar. Um acontecimento muito comentado na altura, por ser arrojado e moderno

Infelizmente, acessos permaneceram ruins. o estacionamento difícil, projecto faliu.

Na década de 1970 , a " bolina " do crescimento económico  da "primavera  Marcelista " vem a  surgir novo  restaurante iniciativa do senhor Lourenço de que  "descende " o actual, onde é possível degustar deliciosos bem confeccionados,  pratos de carne ou peixe ,  com destaque para frutos do mar; atributos  que contribuem para justa fama da acolhedora casa, de cujo recinto "banqueteal" se desfruta panorama, das arribas rochosas do areal e mar esmeraldino; acrescentando  excelência do serviço,  restauracional poiso atinge píncaros no universo gastronómico.

Os " visionários" de 1934, tinham razão quando apostaram no potencial do deste privilegiado recanto da costa Portuguesa;mas... os tempos eram outros.

 Praia da Adraga, actualmente,é paradeiro, onde como em nenhum outro , podemos alimentar corpo e  espírito; assim continue por dilatados tempos.Oxalá 

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Foto de 1934

 

 

DESVELADO MAIS UM SEGREDO DE LEAL DA CÂMARA

Na publicação número um deste blog, acerca da origem do topónimo Rinchoa, dei conhecer verdadeiro significado do nome, acabando assim com crendices e suposições baseadas em "palpites", que não passavam disso mesmo!

Convencido da veracidade da investigação, ficava no entanto por esclarecer definitivamente, a dúvida relativa ao porquê Mestre Leal da Câmara nunca havia escrito acerca do significado do nome da urbe a que carinhosamente apelidava "Estado livre da Rinchoa". Como Homem culto, conhecedor de etnografia e etnologia, com certeza saberia o verdadeiro significado do topónimo.

Sendo  fantasista, cultor da sátira e do humorismo gostava de atribuir nomes aparentemente irónicos; por exemplo definir a casa onde vivia como "choupana" e gostar que os amigos o considerassem "padre mestre" - isso sei a razão e já comuniquei nesta ocasião.

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O Mestre também astrólogo, conhecedor dos fundamentos do "martinismo", gostava de escrever usando metáforas, com a mordacidade de temperamento, cuidava de deixar nos seus quadros sinais simbólicos com mensagens para quem os quisesse descodificar.

Esta particularidade, levou que procurasse, encontrar  eventual "mensagem" versando  o significado do nome da nossa terra. Ocasionalmente descobri "escondida" na urbanização que idealizou artéria com nome:

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Confesso que nunca ouvi tal vocábulo até que passando ocasionalmente, me deparei com aquela placa toponímica; escondida em local pouco frequentado que suscitou curiosidade: Mostajeiro, significa mesmo que "azarola", o prefixo "most" remete para mosto, fermento de vinho novo, fresco. Recordei as brincadeiras onde procuramos encontrar algo escondido, com ajuda de alguém quando estamos afastados do objecto nos dizem: está "frio" fresco ou "morno " etc até descobrirmos .

O significado de "azarola" é arbusto da família das crataegus, a qual pertencem os piltireiros, que são o mesmo que pereira-brava,  catapereiro, escamboreiro, pereiro, peniceiro, espinheiro e rinchoeiro.

Os frutos do rinchoeiro são RINCHOAS.

Leal da Câmara, também havia decifrado topónimo, e deixou "pista chadárica" para alguém resolver. Como agora de forma irrefutável se confirmou - "Et voilá".

DIÁRIO DE "QUARENTENADO" - 70º ANIVERSÁRIO DA INAUGURAÇÃO - CAPELA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

RINCHOA

No dia 16 de Março de 2019 publiquei neste espaço um apontamento acerca da capela da Rinchoa, inaugurada em 1950 pelo Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa Dom Manuel Cerejeira, e demolida por incúria camarária e ambição desmedida de promotor imobiliário em data desconhecida. Na altura prometi voltar ao assunto e o prometido é devido!

Este foi projecto do arquitecto Braula Reis, membro do movimento renovador da arquitectura religiosa, em Portugal, a capela da Rinchoa, seria construida em estrutura de betão armado, com paredes exteriores de blocos de tijolo, portas em madeira de carvalho, bancos para os fiéis em castanho, altar e mesa da comunhão em mármore negro de Mem-Martins.

Interior apresentava aspecto seguinte :

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Braula Reis, teve colaboração na realização do templo, do escultor Jorge Vieira, autor da imagem de Nossa Senhora de Fátima, orago da capela, executada em cimento e colocada no lado exterior da orada.

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Além de Jorge Vieira, também Sá Nogueira colaborou, desenhando 10 vitrais para decoração, 6 com símbolos de Nossa Senhora e 4 com símbolos dos evangelistas destinados à capela-mor:

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O autor do projecto, manifestou uma preocupação dominante: conseguir tirar partido da localização do edifício e obter "uma obra pura - uma capela calma e acolhedora".  Observando vista  exterior do templo, Braula Reis sem dúvida, conseguiu o intento.

Infelizmente nada resta da "obra pura"  ignorância e cupidez destruíram tudo.

Fica neste espaço, comemorando ano do septuagenário da sua inauguração, singela lembrança.

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DIÁRIO DE QUARENTENADO NA RINCHOA RIO DE MOURO - SINTRA

Tentando ocupar tempo de clausura domiciliária,seguindo avisos de modo contribuir para tentar conter  propagação do vírus gripal,vou arrumando papelada.Tenho serias dúvidas no resultado deste " tratamento ". Não quero ser acusado incumprimento; se ficar convencido da incongruência da medida mando tudo as urtigas e retorno para as minhas caminhadas diárias. A ver vamos.

Voltando a temática inicial, deparei num dos anárquicos dossieres onde deixo esquecidos alguns papéis, pagina do Diário de Noticias  de 25 Outubro de 1990,já la vão tres décadas.

Na rubrica SOCIEDADE aquele jornal dedicava página a duas escolas do concelho de Sintra : Secundária de Rio de Mouro, ( Leal da Câmara ) e  C+S de Queluz, no Pego Longo. Jornalista dava nota muito positiva ao estabelecimento de Rio de Mouro e chumbava a de Queluz considerando ,  lástima e exemplo de degradação.

Isso, pretendo aprofundar noutra ocasião; na data referida,  como ilustra imagem final deste post , havia chovido imenso , acesso a escola de Rio de Mouro, porque a empresa urbanizadora da Rinchoa, Urbanil, construiu por imposição de alvará, passagem desnivelada sob caminho de ferro, e não havia feito os acessos,a rua ficou verdadeiro pântano lamacento, com acentuados sulcos abertos pelas enxurradas, tornando a circulação impossível. Sempre caia chuva, como na ocasião,  muitos  alunos da Leal da Câmara, escorregavam, chegando a casa sujos como houvessem praticado qualquer jogo na lama.

Sei bem como era porque as minhas filhas frequentavam a escola na altura, lembro como, de vez enquanto, apareciam no domicilio.

 Gosto avivar memórias, para realçar devidamente os trabalhos  actualmente as autarquias, Município e Junta de Freguesia estão a executar para endireitar o que nasceu torto.

Esta coisa de " viroses " não é da agora, vem de longe como o aperitivo do anuncio. 

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TOPONÍMIA SINTRENSE - ALVEIJAR

Localizado junto via de comunicação, que liga território do Concelho de Sintra, ao de Loures, por isso, importante desde tempos recuados, localizada também perto de cruzamento de caminhos integrado na União de freguesias Almargem do Bispo, Montelavar e Pero Pinheiro; encontramos o lugar de ALVEIJAR.

Os terrenos circundantes férteis, cuidadosamente cultivados, onde se colhem  hortícolas de diversas qualidades, para amanho dos solos e transporte dos produtos agrícolas para mercados de Lisboa, era por isso imprescindível ajuda de gado equino, principalmente burros  e muares. Sendo animais de tiro e carga, necessitam de cuidados redobrados, na ferra dos cascos e tratamentos de mazelas recorrentes.

Desde remota época, reportavel a dominação árabe, artífice  destas matérias denominava-se:al-baitãr as transformações idiomáticas, originaram aparecimento na Idade Média do vocábulo: alueytar. Tal qual em outros casos, também neste, o U deu origem a V e o Y passou a I, assim ficaria Alveitar, por corruptela da pronuncia, o T "caiu" para J, resultando AlVEIJAR cujo significado é: "Aquele que ferra cavalgaduras, e trata  doenças dos animais de modo empírico sem conhecimentos de veterinária."  Recordemos o antigo oficio de barbeiro ou sangrador, andava de quase sempre de "mão dada" com o de ferrador.

Resumindo  local onde existiam instalações de um "tronco da ferra" e exercia actividade o ferrador, está na génese do topónimo.

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LOCALIZAÇÃO MAIS ADEQUADA PARA NOVO AEROPORTO DA GRANDE LISBOA

Resguardado voluntariamente,em casa,procurando seguir instruções de quem sabe,para suster possível contaminação do  novel vírus gripal, deu para ler  desencontradas soluçoes propostas para construir aeroporto que região metropolitana de Lisboa, tanto necessita, porque  Aeroporto Humberto Delgado,usando jargão adequado, está " gripado ".

As várias soluções adiantadas, da Ota,Montijo a Alcochete , passando por Alverca, estão longe ser consensuais. Vai daí,  descartando possibilidade de ser instalado na Base Aérea da Granja do Marques, não reunia condições, lembrei-me de outra localização também aqui para as bandas de Sintra.

Onde?Depois de reflexão profunda e aturada ponderação, proponho seja remodelado o aeródromo da Tojeira , perto de Casal de Pianos, na sintrense união de  freguesias de São João das Lampas - Terrugem. Perto do oceano, sem aglomerados habitacionais significativos por perto; que eu saiba aves de arribação por ali não abundam, estamos ao abrigo de problemas ambientais,

Não seria muito dispendioso ligar a nova infra-estrutura aeroportuária , por caminho de ferro , a linha de Sintra no interface do Algueirão, igualmente seria  fácil construir rodovia até A 16.Enfim ! solução perfeita.

Perto da localização proposta encontramos a  Ponta das Ladras, talvez não fosse de todo errado chamar Aeroporto Internacional das Ladras , porque afinal, com tanto estudo, avanços e recuos, ao fim e ao cabo, quem sabe  designação da " ponta " talvez seja apropriada para tudo isto ?! 

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JOSÉ ALFREDO COSTA AZEVEDO - TALENTOSO JORNALISTA

O saudoso e querido amigo, José Alfredo, sintrense ilustre, republicano, democrata, autarca e historiador cuja obra - leitura obrigatória -  a quem pretenda conhecer a actividade económica social e política da época contemporânea da Vila de Sintra e seu termo.

Além da faceta de investigador e divulgador da história do nosso Município, foi igualmente, jornalista e colaborador durante muitos anos do Jornal de Sintra, onde "postais da Ericeira" - praia onde veraneava - são exemplo de como de modo simples directo agradável se comunica informação interessante e útil.

Era uma pessoa de apurado sentido de humor, capaz de exprimir com ironia mordaz, situações de algum melindre.

No jornal de Sintra de 1957, data em que completava meio século de vida, publicou contundente comentário,acerca da qualidade do leite fornecido pela União das Cooperativas Abastecedoras de Leite.(UCAL).Entidade que ao tempo detinha o monopólio do fornecimento de leite na Grande Lisboa

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Sem mais comentários, brindo a sua memória saboreando uma queijada e bebendo um cálice de vinho de colares branco malvasia.

 

IGREJA PAROQUIAL DE TERRUGEM - MARAVILHOSA E RECONDIDA

Antigamente, passeio de automóvel aos fim de semana, percorrendo estradas dos arredores de Lisboa, davam nome de  " volta dos tristes " nem sei porque, dado  os panoramas até serem alegres e deleitam a vista.

Deixemos isso ; vamos ao assunto, percorri largas dezenas de vezes  estrada que liga Sinta a Ericeira, trajecto também englobado na " volta ". Passava junto a igreja da povoação da Terrugem, nunca havia acedido ao interior; coisa que sinceramente desejava , concretizei no ultimo sábado.

A igreja Paroquial de São João Degolado, guarda tesouros belos e singulares, a nave do templo forrada de azulejos seiscentistas proporciona uma sensação de beleza fantástica logo que franqueamos a porta.

O bapistério;arco cruzeiro manuelino da capela-mor,imagens , cima de tudo maravilhosos e reluzentes azulejos,fazem esta igreja maravilhosa; sendo  pouco conhecida,  merece paragem na Terrugem e uma visita.

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SINAL DE TEMPO MODERNO ?

Vento do progresso, sinais dos tempos, outra era, que quiserem chamar,verdade no município Sintrense, principalmente no meu bairro da Rinchoa  acontecimentos próprios da época de grandes mudanças, surgem ao dobrar da esquina.

A meio desta semana,perturbada pelas noticias,alarmantes da epidemia de gripe, igual a outras anteriores, agora baptizada com designação esdrúxula, com objectivo de infernizar ainda mais a vida dos Portugueses, deveras amargurados pela próxima entrega da declaração de impostos; dizia, quando sem pressa  aproveitando sol tímido da manhã, aproximava-me da secular sobreira da Calçada da Rinchoa. que procuro visitar amiúde, deparei pintado na parede de  vivenda em obras de restauro esta " legenda " :

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Na língua universal da globalização em curso, ai está sem margem para dúvida indicação inequívoca, onde " consertar "  motor da carripana.

 Quem sabe não vão despontar por aí, estabelecimentos semelhantes, exemplo dos abundantes alojamentos com outras designações ? No comments

 

 

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