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Tudo de novo a Ocidente

O SÍTIO ANTIGA AZENHA DE FITARES

Deparo de vez enquanto no trabalho de investigar a história do dos sitios que adoro.Encontrei algumas ocasiões  referencia "azenha de fitares"; sei mais ou menos onde ficava.Hoje na habitual caminhada no Parque Urbano da Rinchoa, Município de Sintra, notei  alguém mandara podar uma velha figueira existente , do alijamento dos ramos , apareceu a vista uma construção que antes parecia  simples muro .

Trata-se  do troço final da levada conduzia água até a roda da azenha, para com o peso do elemento liquido  a accionar.

Posso finalmente  afirmar havia na Ribeira de fitares , um dique,precisamente onde está antiga ponte pedonal de pedra,daí saía levada percorrendo terreno junto ao caminho de ferro e estação de Meleças, até a azenha no fundo da propriedade, a agua depois de fazer rodar a moenda, era aproveitada para rega da horta a partir do açude que ainda podemos observar no curso de água a seguir ao local da "azenha de fitares ". Prova superada, como diria o outro.Motivo de interesse acrescido para valorizar este maravilhoso parque em boa hora, colocado a fruição dos habitantes da Rinchoa, e todo  concelho de Sintra.

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IGREJA DE NOSSA SENHORA DE BELÉM ;RESISTIU AO TERRAMOTO 1755

Informações dispersas induzem a ideia a igreja paroquial,da freguesia de Rio de Mouro,Município de Sintra, sofreu estragos de monta consequência do sismo século XVIII, devastou grande parte de Portugal e sul de Espanha.As memórias paroquiais de 1758,pouco adiantam relativamente a esta localidade,

Encontrei nos registos  curiosa nota " a margem" do pároco Luís Francisco Simões ,escrita dois meses após o terramoto,  seguinte teor:

 

" Em dia de todos os Santos ao 1 de Novembro  1755 sucedeu grande terramoto, pelas novas horas e três quartos , que arruinou e destruiu a cidade de Lisboa e muitas vilas ficaram arrasadas e igrejas e casas caídas  e logo abrasou e queimou a maior parte  de Lisboa e morreram muitas mil pessoas debaixo das igrejas de Lisboa e das paredes de casas e ruas e ainda vão continuando os tremores de terra há mais de dois meses " .

 

Testemunho elucidativo da dramática situação vivida, não sendo feita alusão a Rio de Mouro , dá impressão, teria havido pânico, mas  perdas de vidas e bens não suscitaram comentários do cura.

.

No dia 9 de Novembro,1755 o Pároco elaborou assento de óbito de paroquiana,residente  "no lugar das Covas, desta freguesia não recebeu o Santíssimo Viático por morrer apressadamente por sair  a fugir de casa com medo e pavor dos terramotos (réplica ) , foi sepultada dentro nesta igreja.".(sic).

 

O temor das pessoas durou tempo, as réplicas do grande sismo prolongaram-se durante meses.Não restam dúvidas, a igreja resistiu bem ao abalo telúrico; oito dias após o terramoto, ocorreu  enterramento no  templo, tivesse ficado danificado não teria sido possível utilizar o interior como cemitério.

 

O aspecto actual do edifício deve ser próximo do que seria na época da fundação .Mais um enigma resolvido. 

A foto mostra  inscrição na frontaria da igreja a data 1563

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TERRA DE MESTRES OURIVES DO " OURO "

Em anterior apontamento escrevi acerca da aldeia de Sacotes,no município de Sintra,chamei atenção para  importância daquela localidade no comercio e manufactura do ouro.

No prosseguimento de investigações sobre aquela temática, estou de posse de elementos fidedignos   para afirmar que pela proximidade e continuo territorial na freguesia de Rio de Mouro, também existiu no século XVIII,núcleo de artesãos que trabalhavam ouro e a prata; naquele tempo considerava-se  ourives  todo aquele  trabalhava ouro e prata.Assim , denominado do ouro ou da prata conforme, matéria prima utilizada.

Natural do lugar de Francos encontrei individuo, chamado José da Silva, mestre renomado , ourives do ouro na cidade de Évora onde possuía estatuto de homem de fortuna,  rendimento profissional deveria ser significativo.

Em Meleças possuíam quintas vários ourives estabelecidos na Rua dos Ourives do Ouro. situada na freguesia de São Julião em Lisboa.A profissão de ourives era respeitada e sigilosa.

No assento de óbito que publico,é interessante constatar  estatuto social de pessoas ligadas a "arte".A viúva de um ourives ausente no Brasil, morreu na casa de uma sobrinha naquela localidade, sepultada na igreja de Rio de Mouro, sendo o corpo conduzido " de caixão a cova " revelador de meios de fortuna, no entanto , não fez testamento , porque , como é escrito não possuía bens para deixar, as despesas do funeral, suportadas pela sobrinha.

Não teria bens ao luar, e sim dinheiro; já nesta data, havia preocupação de "fugir" ao fisco, dinheiro tal qual hoje , quase não é taxado, contrariamente a heranças de propriedades.

Outra particularidade a juntar a história do termo de Sintra, Rio de Mouro, terra de ourives do ouro.

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OUTRO MONUMENTO VIVO EM PLENO AGLOMERADO URBANO

Na Rinchoa,localidade do Município de Sintra, freguesia de Rio de Mouro,encontramos duas árvores centenárias de grande porte, crescem junto a, Calçada da Rinchoa, principal artéria da "urbe",referimos sobreira da Rinchoa e  freixo, acerca dos  quais aqui escrevi apontamento.São  árvores embelezam a Rinchoa e merecem ser preservadas.

Ontem nas caminhadas que realizo ,no "bairro", deparei num outeiro por detrás do muro que ladeia a Rua da Fonte,vetusto e copado carvalho negral,cujo tronco coberto de erva, trepadora,passa despercebido a quem passa e observa a distancia.

Com certeza árvore centenária tal qual as suas "vizinhas" anteriormente referi.São exemplares poupados ao derrube da mata primitiva .Foi sorte terem resistido até aos nossos dias,devem ser devidamente assinalados para a população conhecer este valioso património que valoriza a terra em que vivemos cada dia mais requalificada e propiciadora  de melhor  quotidiano onde é agradável viver

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PAIÕES DOMÍNIO SENHORIAL

Paiões situada no concelho de Sintra, Freguesia de Nossa Senhora de Belém,de Rio de Mouro. Investigando no sentido de conhecer com grau de confiança a história desta região onde habito há quatro década,fui consolidando ideia acerca da importância coeva desta localidade.Finamente, posso afirmar estribado em factos comprovados, Paioes foi  sitio dominante desta zona do Município Sintrense, no periodo da alta idade média.

 Século XVIII António Caetano do Soveral Barbuda personagem importante, relacionado com o Monteiro - Mor do Reino e Marquesa de Penalva aparece proprietário da Quinta de Paiões,aprofundada a pesquisa na senda da família "Barbuda", descobri:No reinado de Dom.Afonso V,como sabemos nasceu em Sintra, neste reinado dizia,um tal Fernão Dias da Barbuda,2º senhor do Paço de Barbuda existente na "quintã do urgeiro",  que apurei não ser "urgeiro"  mas "urmeiro", actualmente diz-se Ulmeiro.todavia no concelho de Sintra  temos ainda o casal do "urmal".Este paço estava onde foram construidos supermercados a igreja paroquial do Cacém , e se realizava feira do Cacém, precisamente na Quinta do Ulmeiro, propriedade de empresa de construção civil do concelho.

Fernão Barbuda, casou com Beatriz do Soveral , herdeira da quinta de Paiões,filha de Miguel do Soveral , fidalgo da Casa Real , 1º senhor da Quinta de Paiões, em Sintra,  nesta data não existia   freguesia de Rio de Mouro , todo  território estava integrado em São Pedro de Penaferrim.Do enlace surgiu em Paiões   ramo familiar " Soveral Barbuda.

Quando em 1563,  Cardeal Dom Henrique decidiu mandar construir a igreja Paroquial, não poderia ter feito em Paiões porque ser terra Senhorial, a igreja seria "levantada" onde está porque era terreno do Convento da Penha Longa, Ordem de São Jerónimo, a qual Dom Henrique pertencia .Nesse tempo a igreja ficava num ermo, as casas circundantes vieram depois.

Fica registado sem dúvida a importância económica social e política de Paiões, e o motivo porque a freguesia não terá sido denominada  "Paiões".

Infelizmente "iluminados" escrevem banalidades acerca da região nunca referiram  carácter Senhorial da Quinta de Paiões.Espero a partir de agora se aprofunde esta temática partindo das achegas aqui deixo.

A família Soveral Barbuda,vai juntar-se por matrimónios, a família Campos de Andrade donos Quinta do Pinheiro,e constituir-se poderosa e rica; acabaria mal , no meado do século XIX, isso ficará para outra altura.Por hoje, honra e prestigio para antiga e senhorial terra de Paiões

Ilustro texto com assinatura de um Soveral Barbuda proprietário da Quinta das Sobralas,propriedade estava integrada no antigo Senhorio....

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NA BUSCA DA FÁBRICA "PERDIDA " DE ALBARRAQUE

O meu estudo acerca da fábrica setecentista de estamparia, laborou no sítio de Rio de Mouro,hoje dito "velho" para diferenciar do que surguiu no "rescaldo " da pressão urbanistica em redor da estação ferroviária, "Rio de Mouro -Rinchoa", construida no século XIX ,é  único testemunho relativo aquela fábrica.

A tarefa de investigar a História, dita  " local " a qual  dedico z algum tempo, com gosto, guiado pela ideia  quanto mais souber relativamente a uma localidade ou região melhor conhecerei a História do Povo,   que dizer da Pátria,

Descobri,como atesta fragmento do testemunho escrito que ilustra este texto,  existência no final do século XVIII, de uma fábrica de "Xitas", no lugar de Albarraque, cuja direcção seria assegurada por "mestres" italianos.Não sei mais nada relativamente a esta nova achega demonstrativa da antiga importância industrial, da freguesia de Nossa Senhora de Belém, em Rio de Mouro.

 Continuarei a "busca" quem sabe consiga decifrar o "enigma",? por agora tive sorte...

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HORTA DA CERA DE SINTRA

A toponímia é manancial de informações valiosos, a compreensão e descoberta do significado daquelas, possibilita conhecimento fidedigno, dos factos históricos.

 Existência  no Município de Sintra da quinta  "horta da cera " e  via de acesso ostentar a designação "rua horta da cera", suscitou  curiosidade.No âmbito das investigações,encontrei na cidade de Lisboa,  "travessa da horta da cera", liga a Avenida da Liberdade ,junto ao cinema São Jorge a Rua do Salitre.consegui apurar no século XIX,  seria rua extensa  ia desde o vale do pereiro a rua direita de Santa Marta.

Em 1813, a irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia lisboeta, do Sagrado Coração de Jesus,queria alugar casas suas ,situadas na rua horta da cera, incumbiu o tesoureiro Manuel António Figueiredo, de mostrar aos interessados.

O irmão tesoureiro CIREIRO, da Casa Real ,  residia  na horta da cera;  ocupava-se da comercialização e transformação da cera,encontrei a chave para decifrar este "enigma".Cireiro fabricava velas, tochas ,círios, ex-votos e outros objectos de cera das abelhas.Apurei actividade permitia algum lucro significativo,tornando os cireiros  pessoas de posses, descendentes dos de Albarraque são ainda donos de apreciavel património  

  Horta da cera, porque horta não só designa  terreno para produção agrícola, mas também, casal, local onde se consegue qualquer lucro, permitia comprar alimentos, onde alguém exercia  profissão ou possuia um engenho , "horta da nora" horta da ferraria"... Aqui, laborava-se  cera, havia estabelecimento de fabrico e espremedor , para retirar  mel residual. 

A horta da cera de Sintra, ficava na Freguesia de Rio de Mouro, lugar de Albarraque,junto a  curso de água caudaloso no Inverno, possibilitando mover azenhas, e pisões,  edificar  lagar de cera.

Topónimo singular,deu muito trabalho a decifrar,  posso dizer estou satisfeito,  não "fiz cera", o resultado pode ler-se...

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PERSONALIDADE RELEVANTE DO PATRIARCADO DE LISBOA NATURAL DE RIO DE MOURO

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 Imagem de Nossa Senhora de Belem padroeira da Freguesia de Rio de Mouro

Numa  insigne quinta de Rio de Mouro, das Sobralas, Município de Sintra , nasceu  19 de Janeiro de 1938, Excelentíssimo e Reverendissimo Senhor Cónego, António da Franca Mello Horta Machado Marim, actual pároco da paróquia lisboeta, de Nossa Senhora da Lapa , Reitor residente da Basilica da Estrela, evocação do Sagrado Coração de Jesus.Iniciou  actividade pastoral ,na Companhia de Jesus, ordenado sacerdote na Sé Patriarcal de Lisboa, a 29 de Junho de 1969,licenciado em Filosofia, Teologia,e catequese Pastoral, este ultimo obtido na Bélgica, paroquiou diversas igrejas da cidade de Bruxelas. Regressou a Portugal, nomeado Director  do 3º ciclo do Colégio de São João de Brito.Tendo em 1984 deixado os Jesuítas, integrou  Patriarcado de Lisboa,  designado pároco coadjutor da Igreja de Nossa Senhora dos Anjos.

 Investido pároco da Amadora, em 1987 depois 1995 da Falagueira , em 1996 , titular da Vigararia da Amadora. Sr, Cardeal Patriarca D.José Policarpo escolheu-o para cónego do Cabido da Sé Patriarcal.Posteriormente,seria designado Vigário Geral do Patriarcado de Lisboa, prior de São Vicente de Fora,e da Graça.Ao ser nomeado para a Paróquia onde actualmente exerce acção pastoral,  desligado da função de Vigário Geral.

 Reverendíssimo Cónego, é igualmente,  capelão das Escravas do Sacratíssimo Sacramento do Real Mosteiro de Nossa Senhora Da Encarnação da Ordem Militar de Avis, Reitor da Capela de Nossa Senhora dos Milagres, Reitor da Capela do Senhor Jesus dos Navegantes e de Nossa Senhora da Caridade,Reitor da Igreja do Mosteiro de Nossa Senhora da Encarnação.Capelão da Ordem Militar de Malta,Capelão emérito da Real Irmandade do Senhor dos Passos da Graça.Assistente diocesano da União Noelista.

Foram seus pais João Carlos da Franca de Horta Machado, e Dona Maria Teresa Leite Pereira de Mello e Alvim Ferreira Pinto Basto, senhores da Quinta onde nasceu.

 Cónego António da Franca de Melo Horta Machado (Marim), é titular  sendo Conde de Alte, conde  de Marim e, conde de  Selir.

 Presente ano de 2018, corresponde ao octogésimo da sua longa e proveitosa vida; figura de relevo nacional  muito honra  rincão onde nasceu.

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ILUSTRE SINTRENSE,PERSONALIDADE NÍVEL MUNDIAL, QUASE ESQUECIDO

A freguesia de Rio de Mouro, berço ao longo dos séculos de individualidades, durante a vida  alcançaram  posições de relevo, e hoje quase esquecidas.Honrar a memória e resgatar do esquecimento esses  conterrâneos é dever de cidadania que exerço com empenho .Tive ensejo de evocar este Sintrense , na sessão solene comemorativa da elevação Rio de Mouro a vila, realizada ontem.

No lugar do Papel, hoje integrado na freguesia de Agualva Cacém,Mira Sintra e São Marcos,nasceu a 26 Dezembro de 1903,Francisco  José Carrasqueiro Cambournac,filho de D. Maria Carlota Canas Carrasqueiro,senhora de família importante da Vila de Belas, e de Pedro Roque Cambournac, proprietário  administrador da Tinturaria Cambournac,natural da quinta do Papel,freguesia de Nossa senhora de Belém,Rio de Mouro.Francisco Cambournac era "saloio de gema".

Licenciado em Medicina pela faculdade de Medicina de Lisboa,pós - graduado em medicina tropical, em instituições universitárias de Hamburgo, Londres e Roma.

Regressando a Portugal ,seria nomeado, professor do Instituto de Medicina Tropical de Lisboa.Mais tarde no período 1964 a 1973, director daquele instituto.

Ao longo da vida profissional,teve papel relevante ,na erradicação do paludismo em Portugal, dirigiu o Posto de Malariologia de Águas de Moura, concelho de Palmela, e idêntico estabelecimento em Benavente.A sua competência e saber ficamos a dever a extinção do flagelo da sezões , na zona dos arrozais do Vales do Sado e Sorraia.Publicou cerca de duas centenas de trabalhos científicos,versando a temática da epidemiologia.

A profícua acção do Doutor Francisco Cambournac,permitiu acabar o paludismo em Cabo Verde,antes da independência,tendo desempenhado papel destacado semelhantes trabalhos em Angola, Moçambique,São Tomé e Príncipe,e Guiné Bissau.Neste ultimo país, depois de 1974 a pedido do Governo  ,dirigiu programa de combate a malária, tendo idade 80 anos..

Nomeado em 1964 director Regional para África da Organização Mundial de Saúde,(OMS),com  votos favoráveis de representantes na ONU dos movimentos de libertação, das antigas colónias, portuguesas, que teria desagrado ao Professor Salazar, só não existiu retaliação devido ao elevado prestigio Professor Cambournac,gozava mundialmente.No entanto acerca da sua actividade edificaram " muralha de silencio",  perduraria até a  morte em Lisboa no dia 8 de Junho de 1994.

Aqui fica o meu testemunho e apreço.Honremos a memória de tão insigne Sintrense.

 

O COLÉGIO DO MENINO JESUS ESCOLA MISTA DO CACÉM SÉCULO XIX

A freguesia de Rio de Mouro, Sintra,devido desenvolvimento industrial que patenteava e também  a  riqueza agrícola e "ganadeira",nas décadas finais de 1800.possuía diversas escolas para ensino primário, duas  promovidas pelas igrejas católica Romana, e Igreja Lusitana.

O Cacem pertenceu até década de 50 do século XX, á paroquia de Rio de Mouro.Na localidade existiu escola mista de ensino primário,onde se realizaram exames publico em Outubro, 1874, na presença do Administrador do Concelho de Sintra, Delegado do Procurador Régio, na Comarca, regedor da Paróquia; e reverendo Padre da Freguesia  Miguel António de Barros Saraiva.

Os exames incidiam nas seguintes matérias: leitura Bíblica,rudimentos exemplificados de gramática,história, corografia,aritmética, e doutrina cristã. Os resultados, agradaram bastante, e sobremaneira ao júri presidido ,pelos professores Dona Ludovina Martins,Eloy José de Carvalho, este ultimo professor público em Odivelas.Além das matérias alunas apresentaram bordados, em ponto "crivo" causaram boa impressão. sobressaindo véu  de mais de um metro ,bordado com  uma imagem da Virgem Os examinados foram todos aprovados.

Onde ficaria  Colegio do Menino Jesus, escola mista do ensino primário do Cacém na Freguesia de Nossa Senhora de Belém de Rio de Mouro.?Gostava saber, talvez consiga...

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