Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Tudo de novo a Ocidente

NA BUSCA DA FÁBRICA "PERDIDA " DE ALBARRAQUE

O meu estudo acerca da fábrica setecentista de estamparia, laborou no sítio de Rio de Mouro,hoje dito "velho" para diferenciar do que surguiu no "rescaldo " da pressão urbanistica em redor da estação ferroviária, "Rio de Mouro -Rinchoa", construida no século XIX ,é  único testemunho relativo aquela fábrica.

A tarefa de investigar a História, dita  " local " a qual  dedico z algum tempo, com gosto, guiado pela ideia  quanto mais souber relativamente a uma localidade ou região melhor conhecerei a História do Povo,   que dizer da Pátria,

Descobri,como atesta fragmento do testemunho escrito que ilustra este texto,  existência no final do século XVIII, de uma fábrica de "Xitas", no lugar de Albarraque, cuja direcção seria assegurada por "mestres" italianos.Não sei mais nada relativamente a esta nova achega demonstrativa da antiga importância industrial, da freguesia de Nossa Senhora de Belém, em Rio de Mouro.

 Continuarei a "busca" quem sabe consiga decifrar o "enigma",? por agora tive sorte...

chittas0001.jpg

 

 

HORTA DA CERA DE SINTRA

A toponímia é manancial de informações valiosos, a compreensão e descoberta do significado daquelas, possibilita conhecimento fidedigno, dos factos históricos.

 Existência  no Município de Sintra da quinta  "horta da cera " e  via de acesso ostentar a designação "rua horta da cera", suscitou  curiosidade.No âmbito das investigações,encontrei na cidade de Lisboa,  "travessa da horta da cera", liga a Avenida da Liberdade ,junto ao cinema São Jorge a Rua do Salitre.consegui apurar no século XIX,  seria rua extensa  ia desde o vale do pereiro a rua direita de Santa Marta.

Em 1813, a irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia lisboeta, do Sagrado Coração de Jesus,queria alugar casas suas ,situadas na rua horta da cera, incumbiu o tesoureiro Manuel António Figueiredo, de mostrar aos interessados.

O irmão tesoureiro CIREIRO, da Casa Real ,  residia  na horta da cera;  ocupava-se da comercialização e transformação da cera,encontrei a chave para decifrar este "enigma".Cireiro fabricava velas, tochas ,círios, ex-votos e outros objectos de cera das abelhas.Apurei actividade permitia algum lucro significativo,tornando os cireiros  pessoas de posses, descendentes dos de Albarraque são ainda donos de apreciavel património  

  Horta da cera, porque horta não só designa  terreno para produção agrícola, mas também, casal, local onde se consegue qualquer lucro, permitia comprar alimentos, onde alguém exercia  profissão ou possuia um engenho , "horta da nora" horta da ferraria"... Aqui, laborava-se  cera, havia estabelecimento de fabrico e espremedor , para retirar  mel residual. 

A horta da cera de Sintra, ficava na Freguesia de Rio de Mouro, lugar de Albarraque,junto a  curso de água caudaloso no Inverno, possibilitando mover azenhas, e pisões,  edificar  lagar de cera.

Topónimo singular,deu muito trabalho a decifrar,  posso dizer estou satisfeito,  não "fiz cera", o resultado pode ler-se...

P7086544.JPG

 

PERSONALIDADE RELEVANTE DO PATRIARCADO DE LISBOA NATURAL DE RIO DE MOURO

P9055810.JPG

 Imagem de Nossa Senhora de Belem padroeira da Freguesia de Rio de Mouro

Numa  insigne quinta de Rio de Mouro, das Sobralas, Município de Sintra , nasceu  19 de Janeiro de 1938, Excelentíssimo e Reverendissimo Senhor Cónego, António da Franca Mello Horta Machado Marim, actual pároco da paróquia lisboeta, de Nossa Senhora da Lapa , Reitor residente da Basilica da Estrela, evocação do Sagrado Coração de Jesus.Iniciou  actividade pastoral ,na Companhia de Jesus, ordenado sacerdote na Sé Patriarcal de Lisboa, a 29 de Junho de 1969,licenciado em Filosofia, Teologia,e catequese Pastoral, este ultimo obtido na Bélgica, paroquiou diversas igrejas da cidade de Bruxelas. Regressou a Portugal, nomeado Director  do 3º ciclo do Colégio de São João de Brito.Tendo em 1984 deixado os Jesuítas, integrou  Patriarcado de Lisboa,  designado pároco coadjutor da Igreja de Nossa Senhora dos Anjos.

 Investido pároco da Amadora, em 1987 depois 1995 da Falagueira , em 1996 , titular da Vigararia da Amadora. Sr, Cardeal Patriarca D.José Policarpo escolheu-o para cónego do Cabido da Sé Patriarcal.Posteriormente,seria designado Vigário Geral do Patriarcado de Lisboa, prior de São Vicente de Fora,e da Graça.Ao ser nomeado para a Paróquia onde actualmente exerce acção pastoral,  desligado da função de Vigário Geral.

 Reverendíssimo Cónego, é igualmente,  capelão das Escravas do Sacratíssimo Sacramento do Real Mosteiro de Nossa Senhora Da Encarnação da Ordem Militar de Avis, Reitor da Capela de Nossa Senhora dos Milagres, Reitor da Capela do Senhor Jesus dos Navegantes e de Nossa Senhora da Caridade,Reitor da Igreja do Mosteiro de Nossa Senhora da Encarnação.Capelão da Ordem Militar de Malta,Capelão emérito da Real Irmandade do Senhor dos Passos da Graça.Assistente diocesano da União Noelista.

Foram seus pais João Carlos da Franca de Horta Machado, e Dona Maria Teresa Leite Pereira de Mello e Alvim Ferreira Pinto Basto, senhores da Quinta onde nasceu.

 Cónego António da Franca de Melo Horta Machado (Marim), é titular  sendo Conde de Alte, conde  de Marim e, conde de  Selir.

 Presente ano de 2018, corresponde ao octogésimo da sua longa e proveitosa vida; figura de relevo nacional  muito honra  rincão onde nasceu.

P7270674.JPG

 

ILUSTRE SINTRENSE,PERSONALIDADE NÍVEL MUNDIAL, QUASE ESQUECIDO

A freguesia de Rio de Mouro, berço ao longo dos séculos de individualidades, durante a vida  alcançaram  posições de relevo, e hoje quase esquecidas.Honrar a memória e resgatar do esquecimento esses  conterrâneos é dever de cidadania que exerço com empenho .Tive ensejo de evocar este Sintrense , na sessão solene comemorativa da elevação Rio de Mouro a vila, realizada ontem.

No lugar do Papel, hoje integrado na freguesia de Agualva Cacém,Mira Sintra e São Marcos,nasceu a 26 Dezembro de 1903,Francisco  José Carrasqueiro Cambournac,filho de D. Maria Carlota Canas Carrasqueiro,senhora de família importante da Vila de Belas, e de Pedro Roque Cambournac, proprietário  administrador da Tinturaria Cambournac,natural da quinta do Papel,freguesia de Nossa senhora de Belém,Rio de Mouro.Francisco Cambournac era "saloio de gema".

Licenciado em Medicina pela faculdade de Medicina de Lisboa,pós - graduado em medicina tropical, em instituições universitárias de Hamburgo, Londres e Roma.

Regressando a Portugal ,seria nomeado, professor do Instituto de Medicina Tropical de Lisboa.Mais tarde no período 1964 a 1973, director daquele instituto.

Ao longo da vida profissional,teve papel relevante ,na erradicação do paludismo em Portugal, dirigiu o Posto de Malariologia de Águas de Moura, concelho de Palmela, e idêntico estabelecimento em Benavente.A sua competência e saber ficamos a dever a extinção do flagelo da sezões , na zona dos arrozais do Vales do Sado e Sorraia.Publicou cerca de duas centenas de trabalhos científicos,versando a temática da epidemiologia.

A profícua acção do Doutor Francisco Cambournac,permitiu acabar o paludismo em Cabo Verde,antes da independência,tendo desempenhado papel destacado semelhantes trabalhos em Angola, Moçambique,São Tomé e Príncipe,e Guiné Bissau.Neste ultimo país, depois de 1974 a pedido do Governo  ,dirigiu programa de combate a malária, tendo idade 80 anos..

Nomeado em 1964 director Regional para África da Organização Mundial de Saúde,(OMS),com  votos favoráveis de representantes na ONU dos movimentos de libertação, das antigas colónias, portuguesas, que teria desagrado ao Professor Salazar, só não existiu retaliação devido ao elevado prestigio Professor Cambournac,gozava mundialmente.No entanto acerca da sua actividade edificaram " muralha de silencio",  perduraria até a  morte em Lisboa no dia 8 de Junho de 1994.

Aqui fica o meu testemunho e apreço.Honremos a memória de tão insigne Sintrense.

 

O COLÉGIO DO MENINO JESUS ESCOLA MISTA DO CACÉM SÉCULO XIX

A freguesia de Rio de Mouro, Sintra,devido desenvolvimento industrial que patenteava e também  a  riqueza agrícola e "ganadeira",nas décadas finais de 1800.possuía diversas escolas para ensino primário, duas  promovidas pelas igrejas católica Romana, e Igreja Lusitana.

O Cacem pertenceu até década de 50 do século XX, á paroquia de Rio de Mouro.Na localidade existiu escola mista de ensino primário,onde se realizaram exames publico em Outubro, 1874, na presença do Administrador do Concelho de Sintra, Delegado do Procurador Régio, na Comarca, regedor da Paróquia; e reverendo Padre da Freguesia  Miguel António de Barros Saraiva.

Os exames incidiam nas seguintes matérias: leitura Bíblica,rudimentos exemplificados de gramática,história, corografia,aritmética, e doutrina cristã. Os resultados, agradaram bastante, e sobremaneira ao júri presidido ,pelos professores Dona Ludovina Martins,Eloy José de Carvalho, este ultimo professor público em Odivelas.Além das matérias alunas apresentaram bordados, em ponto "crivo" causaram boa impressão. sobressaindo véu  de mais de um metro ,bordado com  uma imagem da Virgem Os examinados foram todos aprovados.

Onde ficaria  Colegio do Menino Jesus, escola mista do ensino primário do Cacém na Freguesia de Nossa Senhora de Belém de Rio de Mouro.?Gostava saber, talvez consiga...

caacem.jpg

 

TOPONÍMIA SINTRENSE - CASAL DO REBOLO

O sitio que titula este meu apontamento está situado na antiga freguesia de Almargem do Bispo, concelho de Sintra, área Metropolitana de Lisboa.

 Povoamento do local. segundo vestígios encontrados , iniciou-se em época remota.  ilustres e sábios  arqueólogos,face aos resultados dos trabalhos de escavações, defendem aqui existiu durante o império Romano ,propriedade agrícola,importante, domínio denominado "Vila".

Esteve programado edificação no Casal, da casa das Selecções da Federação Portuguesa de  Futebol,cujo terreno seria cedido pela Junta de Freguesia de Almargem do Bispo.A intenção gorou-se, como é publico tal "casa", foi construida junto ao Estado Nacional do Vale do Jamor , concelho de Oeiras.

A origem do topónimo ,despertava nossa curiosidade há muito ;visitei algumas vezes o local,  prestei atenção ao território circundante.Sabemos Almargem quer dizer prado,onde cresce erva que tem ser ceifada para servir de alimento aos animais, quando escasseia o " verde".Não muito distante existe  "casal carniceiro".Tanto a tarefa de ceifar como  abate de rezes necessitam de instrumentos de corte , facas foices gadanhas, e outros, que devem estar devidamente afiados, para ser utilizados.

Rebolo,entre outros tem significado: pedra para afiar instrumentos cortantes, e também local onde se faziam chocalhos e habitava o artesão que os executava "reboleiro".Casal do rebolo, de modo abreviado seria morada de afiador de alfaias agrícolas, e fabricante de grandes chocalhos.Finalmente, ainda hoje no casal do rebolo,pastam manadas de gado bovino...

ALEXANDRE MATEUS - POETA DE ALMOÇAGEME

Alexandre José Mateus, é figura grada da história e cultura da aldeia de Almoçageme, freguesia de Colares, Município de Sintra.No ano de 1908,encontrava-se, tudo indica como emigrante, a bordo do navio "ARAGUAYA",da companhia mala real inglesa,barco fazia a rota , Southampton, Buenos Aires, com escala em Cherburgo, norte de França, Vigo , Lisboa,Pernambuco, Baía,Rio de Janeiro, Santos no Brasil , Montevideu capital do Uruguai.

Este navio transportou desde  final do século XIX, até 1926, milhares de emigrantes portugueses com destino a América do Sul.Numa dessas viagens Alexandre Mateus,compôs poesia, datado da era citada, somente publicado,em Junho de 1917, no periódico " A CANÇÃO DE PORTUGAL : Fado Publicação Literária e Ilustrada ". Poema intitulado "Longe da Pátria ";  testemunho de saudade e apego ao torrão natal.  reza assim :

 

Ó pátria distante e linda 

ó meu querido Portugal

ó minha terra natal

como te quero e amo ainda!

Acaso a saudade finda

quando a todos instantes,

me lembram as soluçantes

palavras de despedida

amigos e pátria q`rida

oh! como ficam distantes.

 

Já não vejo esses trigais

matizados de papoulas

nem ouço cantar as rolas

na ramagem dos pinhais

Quem pode esquecer jamais

em noites de luas cheias

as estranhas melopeias

que se escutam a beira-mar

quando a onda vem beijar

praias de brancas areias

 

Mas, avisto altas palmeiras

e por bombordo uma praia;

a proa do «Araguaya»

corta as águas brasileiras

Adeus serras altaneiras

e regatos murmurantes

adeus dias radiantes

da infância vou lembrando,

co`amigos rindo e saltando 

sobre os montes verdejantes.

 

E o teu arco ! e teus penedos !

Ó encantadora ADRAGA

a enorme e altiva vaga

se despedaça em teus rochedos

E as vinhas e os arvoredos

onde o rouxinol gorgeias

 e tu , ó CINTRA, que ateias

em mim tamanha saudade,

por isso esquecer quem ha-de

as lusitanas aldeias

 

Almoçageme

Alexandre José Mateus

 

P4304176.JPG

 

 

 

 

FREIXIAL DA RINCHOA

No antigo e desaparecido sitio da Cova da Onça, freguesia de Rio de Mouro, Município de Sintra, deparamos  corrego normalmente levando agua, no tempo invernal,alimentado pelas nascentes dos montes próximos,  segundo o "Memorial de Oeiras"escrito por volta do ano 1860, a corrente  "entrava na Quinta do Bastos, existindo antes desta quinta, ponte rústica, que dá passagem ao caminho que vai de Rio de Mouro para as Mercês".Esta situação verificava-se onde actualmente é a "Presa", integrada no "bairro" da Serra das Minas.

Na margem da regueira onde termina , Rua da Quinta das Rosas, na Rinchoa, há renque de Freixos,viçosos e vetustos.Simbolicamente o Freixo por apresentar aspecto sempre verdejante é associado a perenidade. Na região de Lisboa é árvore frequente, ladeia ainda muitas estradas recordando tempos em  que a sombra era consolo de viajantes e animais de tracção.Encontramos algumas povoações de topónimo "Freixial", junto a Bucelas no Concelho de Loures, em localidade com aquele nome, iniciou-se nos anos 1960,  produção de "frangos do dia", primórdio da proliferação das churrasqueiras para assar o galináceo.

O freixial da Rinchoa, para ser fruído pela população, deveria ser objecto de desmatação , abertura de caminho,  está em terrenos desde tempos imemoriais de domínio publico, não podendo ser vedado  acesso.

P5276421.JPG

P5276422.JPG

 

 

 

NASCER E DESCANSAR NUM LOCAL SINGULAR

O Município de Sintra,é um  território de muitos e variados motivos de interesse,paisagísticos,geológicos, botânicos históricos,  que sei eu, inumeráveis .

Na freguesia de Nossa Senhora de Belém de Rio de Mouro,encontra-se  lugar de Serradas, antigamente Cerradas,porque as propriedades do sítio, foram quintas e terras "tapadas", com muros de pedra "cerrando" limites e desse modo  evitar, eventuais apropriações por vizinhos mais afoitos,  pouco respeitadores do "alheio",esta particularidade deu nome a aldeia.

Nas Serradas nasceu o ilustre e respeitado missionário da Companhia de Jesus,Padre Diogo Vidal,  calcorreou em trabalho de evangelização  terras da Índia e China.A nossa investigação, permite afirmar ter sido a Quinta das Serradas, local exacto onde nasceu.Nesta Quinta veraneou anos a fio  grande Português Almirante Gago Coutinho,que na companhia de Sacadura Cabral , ligou pela primeira vez por via aérea Lisboa e Rio de Janeiro no Brasil.Na Quinta da Fonte Nova viveu no século XVIII  juiz de fora da Vila de Sintra, a cujo termo pertence Rio de Mouro. Curiosamente Serradas até  final do século XIX, esteve integrada no alfoz da Vila de Cascais.

Quinta das Serradas actualmente arruinada,resultado do decorrer do tempo ,e desmandos de "furiosos revolucionários "  no período  seguir a 25 de Abril de 1974, ocuparam a quinta, instituíram uma "escola do povo",  deram sumiço ao mobiliário e azulejos;da antiga relevância, pouco resta,  é pena. Chegou  existir capela onde se celebrava  missa dominical.

P5066381.JPG

 

P5066380.JPG

 

ELEMENTO DECORATIVO E DOCUMENTO HISTÓRICO VALIOSO

Na frontaria de casa meio arruinada, situada no  desaparecido lugar da Cova da Onça, freguesia de Rio de Mouro, Sintra nas imediações do recinto da Feira das Mercês encontrei, pequeno painel de azulejos, representando cena da vida campestre,no caso  faina da vindima.

Analisei com atenção toda a composição "azulejar",  o que pareciam figuras vulgares, colocadas ali como decoração, revelou-se "documento" importante para conhecer a actividade agrícola da região de Rio de Mouro , na primeira metade do século XX.

O traje dos tipos humanos era usual na charneca saloia,  carro de bois,tem pormenores construtivos idênticos aos que Fernando Galhano, designou ser "carro saloio ",cujo detalhes, omito para não  alongar o texto.A composição pictórica,reporta-se indubitavelmente a zona saloia.

Este "documento" confirma a riqueza vinícola do termo de Sintra, particularmente, das terras de Rio de Mouro,onde aliás viveu,na quinta do Zambujal  ilustre republicano Ribeiro de Carvalho, conhecido também como grande produtor de vinho,as vinhas ocupavam  encostas do casal dos porqueiros e  quinta da barroca;na quinta da Ponte  Rio de Mouro "antigo", há pouco tive ocasião de visitar vetusto lagar de esmagar uvas, ao lado do qual cobertas de pó e teias de aranha, apodrecem duas pipas de 1000 litros de capacidade.

A casa um dia destes ,vai ruir , assim se perderá  documento histórico valioso, não será possível, retirar o painel de azulejo ,a tempo? Oxalá

P5176399.JPG

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Curiosidades sobre o autor

Comentários - Alvor de Sintra

Quadros para crianças

Sites e Blogs de Interesse

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D