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Tudo de novo a Ocidente

INAUGURAÇÃO MONUMENTO A CRISTO - REI, EM MAIO 1959

O santuário em honra de Cristo- Rei, edificado em Almada , Área Metropolitana de Lisboa, foi inaugurado , em 17 de Maio de 1959, com a presença do Senhor Presidente da Republica  , Almirante Américo Rodrigues Tomás.

O acto revestiu-se de grande solenidade e fé,  centenas de milhares de pessoas assistiam e participaram nas cerimónias.Além de outos momentos solenes , houve um que marcou indelevelmente . quem teve oportunidade de participar, segundo  repórter do Jornal de Sintra ,  acompanhou o evento; Hino Nacional , entoado pela multidão , o maior coro jamais " formado " para cantar a Portuguesa, transformou-se no mais sentido e emocionante episódio da solenidade.

Não esqueçamos, naquele tempo toda a gente era obrigada a saber o " hino " de cor e salteado. assim não seria surpresa amplitude e fervor do canto da multidão. 

Sem mais delongas, deixo excerto da crónica publicada no numero 1316 , 26 Maio 1959 do JORNAL DE SINTRA.

acrei.jpg

 

DOMIGOS MAXIMIANO TORRES (RIO DE MOURO 1748-TRAFARIA 1810)

Ilustre sintrense um dos mais destacados membros da Nova  Arcádia, amigo de Filinto Elísio, e de muitos outros arcades, autor de alguns dos mais belos sonetos escritos em português, é por isso grande vulto das letras pátrias.

Resolvemos partilhar com os nossos leitores, uma sua inspirada composição como lenitivo as agruras do tempo presente, e que contém matéria para meditação.

 

 

Á VIDA RÚSTICA

  

Feliz o que da corte retirado

Lá nos campos que herdou dos seus maiores

Imitando os singelos lavradores

Volve os pátrios torrões c`o liso arado

 

Não desperta jamais alvoraçado

Da rude chusma aos naúticos clamores

Nem ao tom dos horríficos tambores

Ou da estrondosa bomba ao rouco brado

 

Sem de temor pender,nem de esperança

Não vae co`a leve turba aduladora

incensar os altares da privança.

 

Humilde enfim a Providência adora

No meio da tormenta ou bonança

Esta é a vida ,oh céos,que me namora

                                                                     

Este soneto consta de "Nuno Catharino Cardoso, (1918) antologia de Sonetos Portugueses-Luso Brasileiros, Lisboa, edição do autor. 

                                                                      

 

 

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