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Tudo de novo a Ocidente

MARAVILHAS DOCES DE PORTUGAL

Amiúde surgem iniciativas para encontrar no "terrunho" pátrio maravilhas disto e daquilo, agora decorre para "encher" tempo estival de antena de estação televisiva, uma destinada a divulgar especialidades ditas "doces" em cada distrito que pelos visto não foram ainda extintos como já deveriam ter sido, acompanhando os "defuntos" governos civis.
Na Grande  Lisboa, além das propaladas "gulosices" pastelares, há alguns doces pouco referidos, no entanto, dignos de figurarem na galeria dos maravilhosos doces de Portugal.

Refiro-me a uma pérola do universo "docelar" ,  antigo e muito delicioso de seu nome "Fofo de Belas", esse mesmo, orgulho da antiga e nobre vila de Belas, no Município de Sintra. Sou apreciador da iguaria, fabricada segundo bem guardada receita, desde 1850  tempo em que ainda existia o concelho "Belanense".

Acompanhado com cálice de vinho moscatel o "fofo" assume ainda sabor mais requintado. Continuem  pesquisar e elaborar a lista de doces maravilha, este doce Sintrense, não deixará lugar cimeiro onde se encontra, assumindo sem qualquer contestação  cognome: "Fofo de Belas, Marquês de Todos os Bolos da Casa Lusitana".

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ILUSTRE SINTRENSE,PERSONALIDADE NÍVEL MUNDIAL, QUASE ESQUECIDO

A freguesia de Rio de Mouro, berço ao longo dos séculos de individualidades, durante a vida  alcançaram  posições de relevo, e hoje quase esquecidas.Honrar a memória e resgatar do esquecimento esses  conterrâneos é dever de cidadania que exerço com empenho .Tive ensejo de evocar este Sintrense , na sessão solene comemorativa da elevação Rio de Mouro a vila, realizada ontem.

No lugar do Papel, hoje integrado na freguesia de Agualva Cacém,Mira Sintra e São Marcos,nasceu a 26 Dezembro de 1903,Francisco  José Carrasqueiro Cambournac,filho de D. Maria Carlota Canas Carrasqueiro,senhora de família importante da Vila de Belas, e de Pedro Roque Cambournac, proprietário  administrador da Tinturaria Cambournac,natural da quinta do Papel,freguesia de Nossa senhora de Belém,Rio de Mouro.Francisco Cambournac era "saloio de gema".

Licenciado em Medicina pela faculdade de Medicina de Lisboa,pós - graduado em medicina tropical, em instituições universitárias de Hamburgo, Londres e Roma.

Regressando a Portugal ,seria nomeado, professor do Instituto de Medicina Tropical de Lisboa.Mais tarde no período 1964 a 1973, director daquele instituto.

Ao longo da vida profissional,teve papel relevante ,na erradicação do paludismo em Portugal, dirigiu o Posto de Malariologia de Águas de Moura, concelho de Palmela, e idêntico estabelecimento em Benavente.A sua competência e saber ficamos a dever a extinção do flagelo da sezões , na zona dos arrozais do Vales do Sado e Sorraia.Publicou cerca de duas centenas de trabalhos científicos,versando a temática da epidemiologia.

A profícua acção do Doutor Francisco Cambournac,permitiu acabar o paludismo em Cabo Verde,antes da independência,tendo desempenhado papel destacado semelhantes trabalhos em Angola, Moçambique,São Tomé e Príncipe,e Guiné Bissau.Neste ultimo país, depois de 1974 a pedido do Governo  ,dirigiu programa de combate a malária, tendo idade 80 anos..

Nomeado em 1964 director Regional para África da Organização Mundial de Saúde,(OMS),com  votos favoráveis de representantes na ONU dos movimentos de libertação, das antigas colónias, portuguesas, que teria desagrado ao Professor Salazar, só não existiu retaliação devido ao elevado prestigio Professor Cambournac,gozava mundialmente.No entanto acerca da sua actividade edificaram " muralha de silencio",  perduraria até a  morte em Lisboa no dia 8 de Junho de 1994.

Aqui fica o meu testemunho e apreço.Honremos a memória de tão insigne Sintrense.

 

TOPONÍMIA SINTRENSE , SIGNIFICADO DE " VENDA SECA"

Aldeia rua bordejando a estrada nacional classificada EN 250,situada  meio caminho, entre  campo militar da Serra da Carregueira, e Idanha, união de freguesias Queluz - Belas, no concelho de Sintra, topónimo,suscitou  minha curiosidade, finalmente encontrei  significado.

Na aldeia existem diversos mananciais de água,não há memória, alguma vez haverem secado,portanto ,não deriva da falta do precioso liquido o nome da terra. Qual será a solução?

Localização do aglomerado,desde tempos remotos, propícia ao exercício do negócio de  "atravessar".Essa actividade,legal no antigo regime , consistia intervir em negócios de géneros alimentícios ou outras mercadorias para que rareassem nos mercados de destino,originando subida de preços, um açambarcamento destinado a provocar "secura" de produtos para venda,  dava lucros chorudos,  possibilitava, também, distribuir clandestinamente produto do atravessamento.Este negócio, exigia do negociante  capital próprio,de certa monta.Sabemos  ainda hoje restam vestígios de opulentas quintas propriedade de gente endinheirada.

Assim, Venda Seca,significa estabelecimento para cortar, fazer  "secante " ao passo dos almocreves, comprando a mercadoria  transportada, depois revende-la aumentando significativamente o preço.Notemos não muito distante da Venda Seca, ficava  importante feira de Agualva.

A actividade de atravessamento foi duradoura,certas ocasiões, ainda  ouvimos a expressão  :"ninguém se atravessou, e não vendi"....  

PATRIMÓNIO DE GRANDE VALOR HISTÓRICO E TURÍSTICO: DESAPROVEITADO

O concelho de Sintra, para além da vila sede do concelho, e Queluz, possui vasto património de grande valor, que merece ser conhecido e visitado.

O aqueduto das águas livres conduzia desde o século XVII água para abastecer Lisboa, o caudal do  liquido elemento provinha de vários mananciais que brotam no território sintrense. Exemplo das "fontes" da quinta do Molhapão na Tala junto a Meleças, freguesia de Belas. O encanamento desta nascente, observável junto ao bairro de Mira Sintra e Quartel da Serra da Carregueira, poucos reparam porque não tem qualquer placa informativa, encontra-se praticamente abandonado no meio de hortas urbanas "clandestinas" e rodeado em vários locais de mato, silvas, e canaviais.

O troço do monumento na chamada zona da "agua livre", que deu nome ao aqueduto situado entre Olival do Santíssimo, Dona Maria na freguesia de Almargem do Bispo, ao longo da estrada nacional 250 até cruzamento com estrada das aguas livres ou de Carenque, está igualmente desaproveitado. A construção nesta zona tem diversos motivos de interesse, não existe qualquer informação que elucide quem passa e se detenha, admirar a "obra".

Se fosse construido um passadiço de madeira ao longo do aqueduto estaria acessivel para visitas de turistas e residentes,  seria novo motivo de atracção de Sintra, para além de Sintra. Poderia ser rota "DA ORIGEM DAS " AGUAS LIVRES" DO AQUEDUTO DE LISBOA".

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ROMAGEM À CAMPA DE LEAL DA CÂMARA

No dia 21 do último mês passou mais um ano sobre o falecimento de Leal da Câmara, ocorrido em 1948. Costuma afirmar-se que alguém só morre de facto, quando está completamente esquecido. Apesar do reduzido número de pessoas ter assinalado a efeméride, "o mestre" continua na lembrança da gente do sítio onde viveu e deixou "marca": a RINCHOA no concelho de Sintra.

Leal da Câmara foi inumado no cemitério paroquial de Belas na sepultura  de sua mãe, falecida em 1930. Como preito ao ilustre finado, colocou-se sobre a pedra que cobre campa rasa, coroa de flores, em ambiente de respeitoso silêncio.

O acto contou com presença dos presidentes do agrupamento de freguesia de Queluz-Belas: Paula Alves e da freguesia de Rio de Mouro: Bruno Parreira e algumas outras pessoas entre as quais o autor desta nota. Cerimónia simples, por isso de grande significado.

Em entrevista concedida a um periódico dois anos antes da morte, LEAL, afirmava: "ainda acabo saloio". Não sabemos se terá sido assim, terminou os dias na região saloia que tanto estimava, é verdade... merece a nossa recordação e reconhecimento pelo legado.

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VISITA PRIMAVERIL A UMA VETUSTA ÁRVORE

Em Setembro de 2013, encontrei pela primeira vez um gigantesco carvalho, que cresce na antiga quinta grande de Meleças situada na Rinchoa,limites das freguesias de Rio de Mouro e de Belas no Município de Sintra , área metropolitana de Lisboa, Portugal.

Desde dessa altura quando desponta, finalmente, o tempo primaveril, como sucedeu hoje, um sol luminoso e quente adorna o dia, depois de persistentes temporais de chuva vento e frio,fui qual romeiro visitar a árvore.Talvez seja das minhas remotas origens asturianas,o carvalho impressiona-me pela majestade do tronco e  espessura da folhagem.Árvore poderosa símbolo de força, aliás a palavra latina "robur" que significa carvalho, quer dizer força, a grandiosidade da sua copa assemelha-se á cobertura de um templo.

No meu anterior apontamento escrevi: a casca que falta no tronco, devia ter sido utilizada no curtimento de peles. Poderá  ser; hoje observando com mais atenção , posso afirmar  a árvore deve ter sido atingida por um raio, que danificou o tronco e secou muita ramaria. 

O exemplar é robusto, resistiu, apresenta aspecto de grande vigor vegetativo. Medi o perímetro do tronco á altura do peito (PAP), verifiquei a dimensão de 2,95 metros. O tronco  de um carvalho em condições favoráveis de solo e água , como é o caso, cresce cerca de 6 cm por década a idade deste será de cerca 450 anos.Oxalá continue motivo de inspiração sabedoria e força que os nossos antepassados celtas atribuíam ao carvalho. A mais antiga árvore do rincão sintrense aonde está.

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O último donatário de Belas

Belas sede de concelho até 1855, actualmente integrada na união de freguesias de Queluz-Belas, município de Sintra, destino de veraneio e repouso da nobreza e burguesia da capital do reino e cabeça de marquesado. O título teve origem num real decreto da Rainha Dona Maria I de Portugal em 1801. O derradeiro titular na vigência do regime monárquico desta distinção,nasceu na vila de Belas a vinte e oito de Julho de 1878, domingo,pelas cinco horas da manhã, filho legítimo do marquês de Belas, D. António de Castelo Branco natural da Freguesia dos Anjos na Cidade de Lisboa e Dona Maria da Piedade de Lacerda de Almeida e Vasconcelos natural de São Pedro do Sul, distrito de Viseu, casados canonicamente. Neto paterno de D. José Castelo Branco Correia e Cunha Vasconcelos e Sousa e Dona Maria Francisca Luísa de Sousa,condes de Pombeiro, materno do senhor Paulo Correia de Lacerda Lebrim e Vasconcelos e Dona Caetana da Cunha Almeida e Vasconcelos. Baptizado na Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Misericórdia de Belas em dois de Agosto de 1878, foram padrinhos o avô materno e  tia paterna Dona Rita de Castelo Branco, solteira, moradores em Belas. Ambos sabiam escrever, assinaram o termo do baptismo. Acto celebrado pelo reverendo presbítero Gualdino de Amaral e Sá.

Teve esmerada educação, oficial do exército pertenceu à arma de cavalaria serviu nos regimentos de lanceiros 2 de Lisboa, cavalaria 9 na invicta cidade do Porto atingiu o posto de tenente, aficionado de equitação e da tauromaquia,tradição de família. Implantada  a República, na sequência da revolução de 5 de Outubro de 1910, foi viver para Itália acompanhando sua mãe, dama da Rainha Dona Maria Pia de Sabóia.Após a morte da Rainha, em Turim no ano de 1911 regressou a Portugal. Monárquico convicto participou em todas as tentativas para restaurar o regime deposto. Instaurada a ditadura militar, em 1928 foi reintegrado no exército, logo passado á reforma. Dedicou-se aos negócios ,em Portugal e Roménia. Industrial de conservas de sardinha proprietário de fábricas na cidade portuguesa de Setúbal.Patrão com preocupações sociais,  muito estimado pelos operários e operárias das suas empresas, carinhosamente o apelidavam "Marquês Sardinheiro" faleceu em Lisboa a 16 de Maio de 1965, curiosamente o mesmo dia da semana do nascimento. Está sepultado em Santarém.  D.José Inácio de Castelo Branco Correia da Cunha Vasconcelos e Sousa, Par do Reino, fidalgo da Casa Real, 4º marquês de Belas, 10º conde de Pombeiro, visconde de Castelo Branco, 22º senhor de Pombeiro e 16º senhor de Belas. Na pia baptismal recebeu o nome de José Inácio de Loyola. De "Loyola" desapareceu, desconhecemos  o motivo.

( aspecto de Belas em junho de 2014).

 

 

RUMAR A SINTRA PARA FUGIR DOS ...PORCOS

Desvendamos um enigma acerca das razões que levavam, suas Majestades a procurarem estadias em Sintra. Além das particularidades de beleza e clima ameno da terra, existiam outras igualmente relevantes para rumar à encantadora Sintra. A "porcaria " de Lisboa, como se pode aquilatar por um edital da Câmara Municipal de Lisboa de 1798. O documento dá razão ao escritor  Eça de Queiroz, o qual em 1871, no livro"Uma Campanha Alegre (p.186,187) escrevia:

"Lisboa é a cidade mais suja da Europa. A própria Constantinopla, com o torpe desleixo turco, a própria Atenas, com a indolente miséria grega-são mais limpas:e se não fosse o Tejo que lhe faz uma certa toilette, e este sol maravilhoso que tudo a alegre e doura-Lisboa, aqui ao canto, junto ao mar, como um cano, seria a sentina da Europa"

Não admira a escolha de Sintra e seu termo, como local de morada e veraneio da Corte, nobreza e burguesia endinheirada. Primeiro as vilas de Belas Sintra, e Queluz com os seus palácios, depois as" insignes" quintas de Rio de Mouro e Colares. Para fugir duma cidade nauseabunda, nada melhor que o ar lavado, veigas de amena frescura e fertilidade característicos do território a ocidente da capital portuguesa, à sombra encantadora da serra do Monte da Lua ou Sintra. Leia-se com atenção a recomendação da edilidade Lisboeta, e meditemos na desdita para o povo constrangido a viver numa urbe onde varas de porcos "vadiavam" pelas ruas fossando na imundice. Nesta época as capitais europeias, alindavam-se graças a planos de urbanização, concretizados pelos governos respectivos, transformando-se em cidades modernas e salubres. O atraso de Portugal era endémico, as elites dirigentes um espelho da capital do seu império.

                                                             

 

EDITAL

 

 

 

 

UMA ALDEIA "PERDIDA"

O interior do território português é referido de amiúde por causa da sua crescente desertificação humana,e também, porque as aldeias vão definhando. Algumas já não existem, outras estão em risco disso. Contudo, este fenómeno também se verifica no litoral, onde, igualmente, podemos encontrar exemplos de povoações, desaparecidas. Com o decorrer do tempo deram origem a lendas e quimeras.

No concelho de Sintra detectamos uma situação cujo conhecimento poderá interessar a alguns dos que nos visitam. Os factos são: No antigo termo de Sintra, fronteira com o extinto concelho de Belas, existiu um povoado com alguma importância. Acerca dele têm sido publicados vários estudos, atribuindo às ruínas no local, origem remota,com mais insistência,do período da dominação romana. Não contestamos essa possibilidade, porque não somos "especialistas" na matéria. Alertamos para o facto de em Portugal, ser costume afirmar, normalmente, algo antigo é romano ou do tempo dos "mouros".

Estas reflexões ocorrem-nos a propósito de Rocanes, topónimo de singularidade encantadora, hoje transformado numa pedreira e ponto de referência em cartas cartográficas, assinalado entre Massamá Norte e o Casal de Colaride no território Sintrense. Rocanes, em 1610 era uma Aldeia, referida como tal em documentos da época. Os moradores cultivavam as terras desde o cume do monte, encosta abaixo, até a Ribeira do Papel, onde ficava a Azenha de Rocanes funcionando,talvez, no Inverno, quando o caudal de água, era suficiente. No restante tempo do ano, os habitantes utilizavam o moinho de vento do povoado,"o moinho velho de Rocanes".

Rocanes sofreu grande destruição com o terramoto de 1755, além disso por sucessivas aquisições das propriedades circundantes os Rocanenses,tiveram de procurar outras paragens, os novos senhores não permitiriam a sua presença. Rocanes desapareceu, os vestígios que vão surgindo devem representar vários períodos históricos, no entanto, uma coisa é certa: Rocanes, uma aldeia como tantas outras, sofreu as consequências das vicissitudes do tempo, caindo no olvido. Por momentos deixou de ser uma aldeia perdida, devido a este singelo apontamento....

 

O QUARTEL DA VILA DE BELAS

O aboletamento,era uma acção que obrigava a alojar em casas particulares os militares, nas povoações onde não existissem instalações para o efeito, porque Belas fica situada num importante entroncamento de estradas, por onde transitavam amiúde contingentes de soldados, era frequente pernoitarem na Vila pelo que os habitantes eram chamados ao dever de os aboletar, o que causava incómodos de toda a espécie.

Quando foi extinto o concelho de Belas em 1855, a Câmara municipal de Sintra, para desonerar os habitantes daquele encargo, deliberou mandar disponibilizar instalações para o efeito. No entanto por falta de manutenção, em 1880 fazia-se eco;

"a casa que serve de quartel para a tropa que transita por Bellas, se acha em péssimo estado, e que estão também inteiramente arruinados os utensílios e as enxergas que por conta da câmara de Cintra ali foram colocados". As câmaras municipais não tinham obrigação de preparar aquartelamentos para as tropas em transito. Por isso: "Como o quartel que a câmara de Cintra estabeleceu em Bellas não tem as condições necessárias para o aquartelamento da tropa há de esta ser aboletada". Uma medida correcta que talvez por falta de meios acabou ingloriamente. Os recursos financeiros dos municípios foram sempre parcos. O municipalismo português teve sempre muitas competências,e pouco dinheiro para as exercer.Mais uma prova de que os governos do tempo actual não inovaram muito porque seguem os "tiques" do liberalismo do século XIX.

Não sabemos se a Câmara Municipal tomou alguma medida. O quartel estava situado no largo central de Belas onde hoje está o edifício da Junta de Freguesia. Pelo marco quilométrico da foto verificamos que Belas ficava, sensivelmente a idêntica distancia de Lisboa, Mafra, dizemos nós, também de Sintra.

 

 

 

 

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