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Tudo de novo a Ocidente

O CABRIL DE "CABRA FIGA "

Em anterior apontamento revelamos  origem do nome da aldeia de CABRA - FIGA situada na freguesia de Nossa Senhora de Belém de Rio de Mouro, concelho de Sintra.

A circunstancia daquela povoação estar edificada no cimo de uma colina perto da ribeira da laje que corre no sopé, cujas águas talharam em ambas margens pequeno escarpado rochoso ou seja um Cabril, neste caso pouco imponente e de parca altura, como podemos observar em dia frio e ventoso de inverno iluminado pela luz do sol de Fevereiro.

Insignificante acidente de terreno, não "vale um figo", nem merece a denominação de cabril, mas cabra, aqui com conotação pejorativa. Mesmo assim deu  topónimo ao povoado. Valeu a pena...

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O AÇUDE DA LOUCEIRA

Quando no apontamento que escrevemos acerca do Rio dos Veados, referimos a azenha da Louceira a propósito dum acidente ocorrido na zona durante o século XVIII, do qual resultou o afogamento do moleiro da "moenda";desta restam umas ruínas na margem esquerda do curso de água, no entanto, das obras hidráulicas realizadas para permitir conduzir o caudal necessário a movimentação das mós ainda é possível observar um açude implantado no leito do rio.

Curiosamente esta construção está situada num local onde confluem os limites dos concelhos de Sintra, Oeiras, e Cascais e também os das freguesias de Rio de Mouro, Porto Salvo e S. Domingos de Rana. A partir daqui o ribeiro passa a denominar-se Ribeira da Lage, tomando o nome do povoado um pouco abaixo na direcção da foz.

Relembremos que se dá o nome de açude "a uma construção de terra, pedra, cimento, etc. destinada a represar águas a fim de que sejam usadas na geração de força, na agricultura ou no abastecimento, pode também, designar-se por represa". O da Louceira é de pedra e está bem preservado, como se observa na foto.

Pela envolvente e localização seria um sítio ideal, para construindo uma ponte pedonal, integrada nos caminhos adjacentes, possibilitar a abertura de um percurso para caminhadas,não só estreitando as relações de vizinhança dos moradores das redondezas, mas também observar o açude. Daqui lançamos um apelo aos Presidentes das Juntas de Freguesia citadas, para que em conjunto estudem a melhor solução para que o AÇUDE DA LOUCEIRA, possa ser visitado, trata-se duma queda de agua que parece impossível,mas existe bem no centro dos três concelhos mais urbanizados de Portugal. Oxalá, um dia seja uma realidade este desejo.

 

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