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Tudo de novo a Ocidente

CUIDAR DO ESPAÇO: REALÇAR A BELEZA!

Atenção e cuidado, dispensados ao ambiente são o modo eficaz de suscitar interesse para preservar e fruir do encanto das coisas simples que nos rodeiam.

Vem a propósito  trabalho de limpeza do talude da margem esquerda da Ribeira de Fitares, efectuado no troço compreendido entre ponte medieval da Rinchoa, situada na entrada do Parque Urbano da Rinchoa, ambas sobre ribeira referida na freguesia de Rio de Mouro, Município de Sintra na Área Metropolitana de Lisboa.

Numa recente visita ao sitio fui surpreendido com aspecto cuidado, desimpedido da vegetação daninha, a imagem documenta: 

P9237687.JPG

A remoção do matagal e silvado permite visualizar  o caule invulgar do pinheiro bravo existente na ravina.

P9237685.JPG

O tronco quase oculto antes da limpeza, está agora desafogado, vendo a grossura  das "pernadas" podemos admitir estar na presença de árvore notável! Com os trágicos incêndios ocorridos na floresta portuguesa, talvez  somente no pinhal de Leiria possamos encontrar pinheiro bravo idêntico.

P9257693.JPG

 

Pelo método empírico determinação de provável idade deste tipo de árvores o   "pinheiro bravo da Ribeira de Fitares" terá cerca 80 anos, sendo silvestre é invulgar.

Graças a remoção do coberto vegetal, perigoso e desnecessário, ressurgiu  belo exemplar! Caso para afirmar, que deste modo ficou realçada a sua beleza.

A vinte quilómetros do centro da capital do país causa admiração, caso assim. Talvez fosse apropriado, colocar sinalética a referenciar esta árvore, para ser melhor conhecida e preservada.

P9237682.JPG

 

 

 

   

UMA ÁRVORE NO ADRO DE UMA CAPELA, ALGURES EM PORTUGAL...

 

O êxodo rural  do campo para a cidade, durante os anos 50 e 60 do século passado, motivou o abandono das aldeias do interior de Portugal. Quem na actualidade viajar pelas povoações rurais, depara-se com um ambiente de soturna melancolia, o que em muitas ocasiões permite mesmo estacionando no centro de uma localidade não vislumbrar viva alma, ou porque não há moradores permanentes, ou então os que restam andam ocupados no amanho das pequenas hortas circundantes.

Neste caso  deparamos no adro duma pequena capela, muito bem cuidada com uma imponente árvore que se levarmos em conta, a data gravada na ombreira da porta do templo 1730, deve ser tudo indica centenária.Á  sua sombra, por certo muita gente se abrigou do calor do sol, e esperou quem sabe, pelo começo de cerimónias litúrgicas  realizadas na capela

No Outono de 2009 quando obtivemos a imagem, ela  testemunhava o silêncio absoluto que reinava no local, nem o cantar dos pássaros se ouvia. Estranhamente em redor  as casas tinham um aspecto que não denotava abandono, mesmo o largo,com um coreto  ladeado por um cruzeiro, estava limpo e cuidado.

O quadro cuja figura central é a vetusta árvore, deve simbolizar o fim dum ciclo, que tem de ser  interrompido para impedir a decadência da aldeia. Seria bom que a árvore, voltasse  no quotidiano,a sentir gente junto ao seu robusto tronco. Seria bom sinal, OXALÁ.

Deixamos para o final a resposta que os nossos leitores esperam. Onde fica esta árvore?

Na aldeia da Picha, entre Pedrogão Grande e Castanheira de Pêra no distrito de Leiria, bem próximo da "lendária" E.N.2, que ligava Chaves a Faro.

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