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Tudo de novo a Ocidente

RECORDAR UM ILUSTRE SINTRENSE NO 80º ANIVERSARIO DA SUA MORTE

Na voragem do tempo cumprem-se neste ano oitenta anos sobre a data do  falecimento de um ilustre sintrense médico de reconhecida competência, solidário sempre pronto a ajudar os mais necessitados, o seu labor, prestado de modo gratuto contribuiu para o facto de ter morrido pobre tal qual aqueles que auxiliou. 

A edilidade de Sintra, custeou o funeral e os patrícios ergueram-lhe, estátua implantada na avenida com o seu nome. Referimos-nos a  Desidério Cambournac, falecido a vinte um de Novembro de 1936, na vila de Sintra.

Desidério havia nascido a cinco de Abril de 1874, no sítio da Ribeira do Papel, freguesia de Rio de Mouro, filho legítimo de Pedro José Alfredo Cambournac, natural de Lisboa e D. Maria Gertrudes Bernardina  natural do Moledo, Caldas da Rainha, os pais haviam casado na igreja paroquial de Nossa Senhora de Belém de Rio de Mouro, onde Desidério foi baptizado a dezanove de Julho de 1874. O nome de baptismo escolhido, como homenagem a avó paterna Dona Desidéria Cambournac. Merece a evocação da sua memória.

O monumento, além do carácter de justiça que representa deveria servir de reflexão a alguns que consideram o adjectivo "sintrense", prerrogativa dos naturais e residentes na vila sede do Município, tal convicção talvez resulte da atmosfera nevoenta e "sebástica", amiúde cobre a serra de Sintra.Sob o busto em bronze de Desidério Cambournac,  talhada na pedra a seguinte inscrição : "NESTE CONCELHO NASCEU VIVEU E FALECEU ". Cumprimos  dever de cidadania não permitindo que a efeméride fosse olvidada.

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SINTRA NO "BRUMÁRIO"

 

Quando pretenderam alterar os nomes dos meses do ano, os revolucionários na França, do século XVIII atribuíram a Novembro o nome de Brumário, porque, Novembro à latitude de Paris marca geralmente um tempo de nevoeiro e neblinas. Em Sintra pelo contrário, corresponde a uma época de temperaturas suaves matizando-se a paisagem de diversas tonalidades.

De qualquer um dos miradouros de Sintra o arvoredo do Outono proporciona enquadramentos visuais de beleza sempre renovados em cada ano.

O horizonte onde em todos os ângulos se perfilam os esguios fustes das araucárias, oferece a quem tranquilamente observa, àrvores cujas folhas parecem ter sido misteriosamente polvilhadas, quem sabe por um dos seres mitológicos, que supostamente deambulam na "Serra da Lua".

As lendas são um alimento do nosso imaginário, ainda assim, é possível em Sintra ter diante do nosso olhar um continuo vegetal sem vislumbrar o casario.

Estamos por isso num sítio onde se pode aplicar sem controvérsia o antigo provérbio.

 

 

 

Com água, e com sol, Deus é criador...

     

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