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Tudo de novo a Ocidente

NOME ATRIBUIR AO FUTURO HOSPITAL DE SINTRA

Frequentemente ouço referir personalidades com trabalho meritório em diversas áreas do conhecimento, e de algum modo tem ligação ao Município de Sintra, e  uma das freguesias ; Rio de Mouro.

Adães Bermudes,renomado arquitecto, natural da cidade do Porto, residiu em Paiões sepultado no cemitério paroquial Riomourense.

Leal da Câmara ,nascido em Pangim , antiga colonia portuguesa de Goa, viveu na Rinchoa, onde existe a casa museu, legado que deixou, recheado de pintura e caricaturas de sua autoria, de incontestável valor.

Não questiono  lembranças destes ou outros vultos ligados por qualquer elo a Rio de Mouro, ou melhor dizendo a Sintra.

Há indubitavelmente  vulto cimeiro do panteão das glórias pátrias ,  nasceu e se fez homem em Rio de Mouro, continua injustamente esquecido.

Francisco Carrasqueiro Cambournac,dia nascimento, 26 Dezembro de 1903, na Quinta da família, no lugar do Papel, então freguesia de Rio de Mouro.

Baptizado na Igreja de Nossa Senhora de Belém, matriz da freguesia, dia 27 de Março de 1904.Um dos padrinhos  seu tio paterno , médico Desiré Cambournac, em honra do qual, dado nome uma avenida na sede do Concelho.

Francisco Cambournac, destacou-se no campo da malariologia;membro fundador do Instituto de Combate a Malária,situado em Aguas de Moura, Marateca , concelho de Palmela, distrito de Setúbal.

Este estabelecimento, integrado no Instituto Nacional de Saúde Pública Dr. Ricardo Jorge,tem hoje  a designação  de Centro de Estudos  de Vectores e Doenças Infecciosas " DOUTOR FRANCISCO CAMBOURNAC ", como homenagem ao insigne Sintrense.

Nosso patrício primeiro português nomeado director da OMS, Organização Mundial de Saúde, para o continente africano, exerceu esse cargo durante dez anos com dedicação competência e brilhantismo.Graças a isso  paludismo foi controlado e erradicado de diversas regiões Africanas.

Em 1978 , recebeu o prémio Leon Bernard, criado em 1937, pela Sociedade das Nações, destinado premiar, trabalhos de excelência no domínio da Saúde Publica a nível mundial.

Francisco Cambournac, professor universitário,director do prestigiado Instituto de Higiene e Medicina Tropical, de Lisboa, merece homenagem nacional  ainda tarda.No topo da Avenida Desidério Cambournac, logo a seguir a rotunda Acácio Barreiros, proponho se erija busto de igual destaque do seu tio,  avenida mude para  "AVENIDA DOS CAMBOURNAC " sem querer superiorizar qualquer deles.

Igualmente a Câmara Municipal deveria atribuir  nome de Francisco Cambournac,  artéria importante no Município, ou então, futuro hospital concelhio  seja denominado " HOSPITAL DOUTOR FRANCISCO CAMBOURNAC ". Foto do insigne sábio humanista.Deixo  sugestão considero justa e apropriada,como atesta noticia inserta no Jornal de Sintra 29 Dezembro 1957

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O TRAÇADO INICIAL DA LINHA FERROVÁRIA DE SINTRA

A via ferroviária com maior numero de passageiros de Portugal, a linha de Sintra, liga a estação do Rossio na baixa de Lisboa à vila de Sintra, atravessando na parte inicial um túnel, que antes da electrificação nos anos 50 do século XX, era um pesadelo para os passageiros devido ao fumo e fagulhas das maquinas dos comboios. Talvez por esse facto, inicialmente o traçado da linha foi projectado para ser outro.

Sucintamente previa-se: 

"O Caminho de Ferro de Lisboa a Cintra partindo dum ponto fronteiro ao forte de S.Paulo, segue pela margem do Tejo até Caxias, continua pelos vales de Laveiras, Rio de Mouro e Lourel e termina em um ponto intermédio ao cemitério de Cintra, e a quinta do Duque de Palmela, percorrendo a extensão total de 28,760 Km." Isto em 1855.

A obra iniciou-se chegando a Caxias, porque os moradores dos sítios de Algés S.José de Ribamar, Dafundo e Cruz Quebrada se queixaram as autoridades, em Março de 1857 das águas estagnadas na praia entre este último ponto e Belém em virtude das obras do caminho de ferro de Lisboa a Cintra, iniciadas em 1855 e, pediam providências para se evitarem males que podiam resultar daquele facto.

O caminho de ferro para Sintra com o traçado actual foi inaugurado em 1887. As obras realizadas até Caxias foram depois aproveitadas para o caminho de ferro de Cascais. O sitio fronteiro ao Forte de S Paulo coincide, actualmente com a estacão ferroviária do Cais do Sodré, em Lisboa. As "voltas" que este empreendimento deu... 

 

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