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Tudo de novo a Ocidente

O PORQUÊ DAS ÁRVORES?

É natural surgirem incredulidades sobre o facto de escrever sobre as árvores. Sem tentarmos fazer "doutrina" acerca do tema, pensamos ser um veiculo apropriado para se compreenderem as questões que interessam resolver, no sentido de contribuirmos para um Mundo mais justo e fraterno.

Ouvimos dizer de amiúde que: "RUIM ÁRVORE NÃO DÁ BOA SOMBRA".  Comparativamente quem dirige uma instituição ou um País, se não for pessoa capaz, vai causar com a sua incapacidade sofrimento aos que dependem do seu desempenho, quem dirige tem de ser uma boa ÁRVORE.

Associada ao poder não admira que os ricos usem o seu desafogo económico, para plantarem bosques de árvores raras nas suas propriedades. Em Sintra, as várias quintas existentes, são um exemplo disso. Os frutos e os ramos são alimento e calor para os menos afortunados. Acolhem os ninhos da aves, da sua madeira será o abrigo da nossa última viagem para o OCASO.

Simbolicamente pela árvore, muitas "estradas" se abrem, e permitem que por elas discorra o livre pensamento alheio, a preconceitos e ao fanatismo permitindo o exercício pleno da cidadania.

A árvore reúne em si todos os elementos: a água da seiva, a terra onde a fixam as raízes, o ar que as suas folhas agitam e ajudam a regenerar e o fogo que "nasce" da fricção dos ramos secos. Quase tudo se pode associar a árvore! Desde a origem das famílias, à ÁRVORE DA VIDA...

Escrever  tendo as árvores como tema é reportar-nos ao pilar central suporte da nossa existência, e  dispor dum imenso manancial de exemplos para melhor entendermos a humanidade.

Deixamos a imagem dum pequeno carvalho silvestre nascido numa mata Sintrense bem perto duma "floresta " de prédios de betão. 

 

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