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Tudo de novo a Ocidente

MEMÓRIAS DA RINCHOA " Termo da Vila de SINTRA"

As velhas povoações merecem consideração porque fazem parte da História do Povo que as habitou, percorreu os seu caminhos cultivou as suas terras, construiu as suas casas e viveu em comunidade ao longo de muitas gerações. Algumas  pessoas  por  descohecimento, incultura e malidiscência, falam desses Lugares, como se fossem produto de modernas "urbanizações", imaginadas por "empreendedores" e construídas em espaços sem "alma". Deste modo, aqueles que o ciclo geracional permitiu serem hoje os seus habitantes devem dentro das suas capacidades fazer o que puderem para tornar conhecido o passado da terra onde a sua vida decorre. Vem isto a propósito da RINCHOA - uma "aldeia" do Concelho de Sintra e Freguesia de Nossa Senhora de Belém de Rio de Mouro, que muitos pensam ser de fundação recente, e de facto não o é.

A origem deve situar-se no começo da Nacionalidade Portuguesa, a sua importância social e económica era já relevante no século XVI como  pode verificar-se pelo assento de baptismo que transcrevemos:

 

"Aos 20 de Março de 622 eu António Pinho paroco nesta igreja de N.Srª de Bethlem de Riodemouro, baptizei Juliana filha de P.Luis e de sua molher Juliana Luis moradores na RINCHOA. Foram padrinhos Braz Carrasco de FITARES, e Ana Alvares da Baratã, e por ser verdade assinei aqui"

 

Decorria o ano de 1622 no periodo em que PORTUGAL estava dominado pelos Espanhóis, curiosamente o documento refere Fitares que tal como hoje existia juntamente com a Rinchoa. A "nossa Terra" é antiga e ao provarmos isso todos que na actualidade somos  seus "vizinhos", exigimos que a respeitem, porque gostamos de morar aqui. 

Sintra e o seu termo é um território consolidado ao longo de séculos, pelo desenvolvimento dos sítios, os quais merecem o respeito devido ás coisas "venerandas". 

 

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