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Tudo de novo a Ocidente

AQUI OS PINHEIROS BRAVOS CHEGAM A VELHOS

A sementeira de panisco, em muitas regiões de Portugal,a partir final do séculoXVIII, permitiu propagação do pinheiro bravo,árvore donde os pobres retiravam lenha para  lareiras, encontravam trabalho, na resinagem dos extensos pinhais que se formaram.Pinheiro bravo foi amigo dos mais desfavorecidos,  abundância deles possibilitou aumento demográfico, lenha para aquecimento e cozedura de alimentos ficou acessível a população, de outro modo não conseguiria obter.As condições de vida melhoraram.

Infelizmente êxodo rural para as cidades, originou desertificação  desaproveitamento da lenha, pinhas e resina do pinheiro.

A consequência são violentos incêndios estivais, tragicamente assolam Portugal.No interior os pinheiros devido aos fogos florestais, ardem precocemente, em poucos sítios encontramos exemplares de grande porte.

Curiosamente próximo das localidades do litoral pinheiros bravos,abrigados das "uchas" desenvolvem-se, apresentam fustes e  caules robustos e grossos , como sucede , na zona de protecção ambiental, junto a estação ferroviária Mira Sintra Meleças ,  perímetro do parque urbano Rinchoa, Rio de Mouro, Município de Sintra.Uma maravilha, "velhos" pinhos silvestres.

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O RURAL E O URBANO...

Hoje é o dia que se convencionou para: "DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS".

Este ano com especial atenção ao património rural e Paisagens Culturais, deixando um pouco de lado estas últimas, e como em Portugal quando se refere o âmbito rural , se pensa  nos recônditos lugares do interior do território Pátrio, ocorreu-nos apontar um caso em que o rural e o urbano coexistem confirmando que em Portugal devido as extraordinárias migrações dos anos 60 do século passado, os que transitaram do campo para a cidade não romperam definitivamente a ligação afectiva e cultural com as terras de onde vieram. Deste modo é possível encontrar em zonas densamente urbanizadas, "sítios com genuíno património rural". Está neste caso um moinho de vento, recuperado pela autarquia local da Freguesia de Mira-Sintra no concelho do mesmo nome. Além de ser um elemento valorizador da paisagem tem também uma função cultural, pois permite observar como o moleiro utilizava o engenho para produzir a farinha moendo o grão. Já agora tentando "levar a água ao moinho" deixamos aqui uma sugestão e uma pergunta: A Câmara Municipal de Sintra não poderia promover a recuperação de alguns dos moinhos de vento que existem ao longo da estrada Sintra Ericeira? Seria assim possível criar uma atracção turística a que poderíamos chamar "ROTA DOS MOINHOS DO OCIDENTE"...

Por hoje deixamos a imagem dum moínho que  representa um caso exemplar de recuperação de património rural em meio urbano. 

 

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