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Tudo de novo a Ocidente

UMA ÁRVORE QUE PODEMOS OBSERVAR COMPLETA...

Quando deparamos com uma árvore que nos chama atenção, os aspectos que valorizamos são os visíveis acima do solo: caule ramagens e a amplitude da copa. Se a planta é um exemplar notável, imaginamos como deve ter raízes profundas. Normalmente a raiz duma árvore está mergulhada no solo, e o quanto mais antiga mais fundas devem estar não só para reforço da sua seiva, mas também para a segurarem com firmeza contra a força dos elementos naturais. A raiz duma planta faz parte do seu lado oculto, todavia a natureza parece não ter limite para nos surpreender. Vejamos o caso dum pinheiro manso  plantado em terreno, sujeito uma incidência inclemente dos raios solares, que queimam o solo, daí o seu tom avermelhado porque vegeta num recôndito local do Algarve onde a chuva escasseia, as raízes desenvolveram-se em contacto com o ar livre, para absorverem qualquer réstia de frescura nem que seja do simples orvalho.

 

A planta adaptou-se as dificuldades climáticas e as suas ramadas cresceram para o lado, deste modo, com a sua sombra protegem as raízes, estas parecem uma grossa corda enrolada, consequência da secura  que têm suportado. A casca do pinheiro devido as razões apontadas é também mais espessa do que habitual.

Pela sua implantação sobre um talude bem acima do solo, o seu aspecto incomum permitindo observar ao mesmo tempo a copa o tronco e as raízes este pinheiro manso é uma "escultura" viva, felizmente, escapando há muitos anos á destruição. Oxalá se mantenha assim e possa morrer de pé como é próprio de todas as árvores...

    

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